<$BlogRSDUrl$>

terça-feira, novembro 29, 2005

Vale a pena conferir: há alguns instantes, o Kibe Loco publicou o vídeo que mostra o Netinho sentando a mão no repórter vesgo do pânico. Para poder opinar adequadamente sobre o caso, fui assistir ao vídeo na mesma hora.

Eu esperava algum tipo de brincadeira sem graça, algum abuso de liberdade, ao menos uma insistente forçada de barra. Qual não foi a minha surpresa ao ver Jonetinho Sem Noção partir para a ignorância de primeira, perante algo que poderíamos classificar como “piada de escritório”, algo que a própria Casseta & Planeta não faria muito diferente. Realmente, ele não sabe brincar.

Agora, me respondam: como pode uma pessoa que não agüenta com brincadeiras desse tipo chegar ao estrelato, e até inaugurar um canal de televisão? É esse o cara que tantos cultuam? Pelo menos no mundo onde eu vivo, pessoas com tal falta de senso de humor não vão muito longe...

Pode parecer reacionário da minha parte, mas eu concordo com esta notícia. Concordo com a iniciativa dos Emirados Árabes em instituir tratamento hormonal para os homossexuais. Eu sugeriria, ainda, que o tratamento fosse acompanhado de fortes doses de Playboy TV, leituras forçadas da revista VIP e dieta à base de cerveja e churrasco.

Mas falando sério: quem sabe essa iniciativa não prova a minha tese, de que “homossexualismo não é questão de aceitação, e sim de tratamento”.

Um post previsível: sim, eu fui assistir “Harry Potter e o Cálice de Fogo”, e no dia da estréia. E sim, eu vou esboçar agora uma resenha a respeito:

Talvez não se justifique a alegação de que Mike Newell, diretor de “O Cálice de Fogo”, teria gasto um orçamento maior do que os três capítulos de “O Senhor dos Anéis” juntos. Mesmo assim, a nova aventura cinematográfica de Harry Potter é de encher os olhos daqueles que curtem bons efeitos visuais. O duelo com o dragão, como já era de se esperar, é uma das sequências mais emocionantes e bem feitas do filme, mas as outras etapas do Torneiro Tribruxo também não deixam a dever. A chegada do navio da escola Durmstrang, emergindo no meio do lago, também é bem impressionante.

Entretanto, se há uma ressalva a fazer, talvez seja para o retorno de Você-Sabe-Quem, Aquele-Que-Não-Deve-Ser-Nomeado, o todo-poderoso e maléfico Lord Voldemort. Pessoalmente, esperava algo mais aterrador, um senhor das trevas de olhos vermelhos emergindo de um caldeirão fumegante. Mas considerando o público infanto-juvenil da obra, o renascimento em meio a um cemitério já é macabro o suficiente. Minha namorada, inclusive, mencionou que não se encoraja a levar seus alunos de ginásio para verem o filme.

De qualquer forma, “Harry Potter e o Cálice de Fogo” é de todos o mais fiel à sua versão literária, e o que menos deixa pontas soltas na trama. E o melhor, não tem as “liberdades de linguagem” das quais Alfonso Cuarón lançou mão (entenda-se “abusou”) para filmar “O Prisioneiro de Azkaban”, um filme que deixou muito por explicar e peca pela liberdade de mostrar, por exemplo, os alunos de Hogwarts sem seus tradicionais uniformes.

E no mesmo dia, ganhei de presente o novíssimo “Harry Potter e o enigma do príncipe”, do qual já li as primeiras páginas. Não poderia ter sido melhor para encerrar um fim-de-semana cheio de magia. Prefiro não dizer muito por enquanto, mas parece que a expectativa pela continuação da saga não deixará a desejar.

sexta-feira, novembro 25, 2005

A pérola a seguir seria típica de um maluco normal, mas é obra da minha namorada. Vejam que pergunta formidável ela me solta ontem à noite, no carro:

“Se existisse horário de verão nos contos de fadas, a Cinderela corria o risco de ficar sem carruagem às onze?”

Vão por mim, é difícil dirigir às gargalhadas...

Natal tá chegando, e com isso começa a onda das wishlists. Pensei em começar a minha:

Aos caros amigos que, porventura, queiram me fazer um agrado neste fim-de-ano, aceito esta singela lembrancinha de muito bom grado. De qualquer forma, já estou providenciando minha cartinha para o Papai Noel, dizendo que eu fui um menino muito bom e comportado nesse ano que passou. Será que ele me traz uma dessas?

Uma notícia triste para o mundo das artes marciais: morre Noriyuki “Pat” Morita, o eterno Sr. Miyagi de Karate Kid. Sim, o filme era picareta apesar de divertido, e o Ralph Macchio mais fazia balé do que lutava. Mas Pat Morita incorporava muito bem a espiritualidade de um verdadeiro sensei, apesar de não ter sido de fato um praticante de Karate na vida real.

Descanse em paz Noriyuki-sama, Miyagi sensei...

quarta-feira, novembro 23, 2005

Vamos ver se dessa vez eu consigo: faz pouco mais de um ano que eu abandonei o bem informado, meu blog de boas notícias. Não sei por que, mas hoje me bateu a vontade de tentar retomar a idéia. Espero que desta vez eu consiga atualizá-lo diariamente, conforme era a proposta no início.

Visitem, pessoal! Seu incentivo também ajudará a mantê-lo atualizado.

terça-feira, novembro 22, 2005

Heaven only knows we live in a world where what we call beautiful is just something on sale
People laughing behind their hands while the fragile and the sensitive are given no chance

Have you the faith to be
Honest enough to say
Don´t have to be same
Don´t have to be this way
Come on and sign your name
You wild enough to remain beautiful

Why don´t you stand up and say?
Give yourself a break
They laugh at you anyway
So why don´t you stand up and be beautiful?

Marillion – Beautiful

Recebi ontem, do meu professor de canto, um convite para participar do recital de fim de ano do Souza Lima. A idéia é apresentarmos uma música em piano e voz. Hoje, estive ouvindo a música que escolhi apresentar, e pensando que esta é provavelmente a letra mais bonita que já vi em uma balada.

Sei que abusei colocando muitos trechos da música, mas percebam que incrível esta mensagem: nós vivemos em um mundo sem lugar para os sentimentos. Será que você tem a ousadia de enfrentar esse mundo e sustentar seu lado sensível? Foda-se, eles riem de você de qualquer forma mesmo, então erga-se e enfrente essa hipocrisia! Pode parecer piegas falar sobre sentimentos, mas o Steve Hogarth faz isso de forma corajosa, valente, desafiadora, sem deixar que se percam a beleza e a sensibilidade das palavras. O cara é realmente duca.

E hoje comecei meu dia sabendo de uma notícia que está deixando de ser novidade: Bruna Surfistinha finalmente deixou de ser prostituta, e lançou um livro falando sobre a sua vida. Muitos a admiram por enfrentar os preconceitos da sociedade, mas eu a admiro pela vontade de ter uma vida normal, e por ter encontrado um caminho de volta do submundo. Fiquei contente por ela. Espero que essa garota possa agora ter uma vida bonita, exatamente como cantam os versos do Marillion.

segunda-feira, novembro 21, 2005

Foi muito legal o show que a Audiosapiens fez no último sábado. Pop rock simples e honesto, cercado de bons amigos e motos incríveis. O Frutenda, local que serviu de palco para a apresentação, é um ponto de encontro de motoqueiros. Ver todas aquelas motos incríveis ao nosso redor me fez pensar, por instantes, que eu estava no céu e não havia me dado conta disso.

Na condição de quem acompanhou alguns dos primeiros ensaios da banda, fico contente em ver a evolução do grupo. Assim como muitas bandas (inclusive a minha), vi esses caras passarem por várias formações, com músicos que não ficavam mais do que alguns meses no time. Me lembro de um grupo com arranjos inseguros e pouco entrosamento, mas muita força de vontade. O resultado dos esforços está lá: um som ainda bastante despojado, mas feito por uma equipe unida e entrosada, o que torna o som gostoso de ouvir. Valeu a ida até o local – e eu não vou ter que desembolsar cinquentão quando eles tocarem no Credicard Hall.

sexta-feira, novembro 18, 2005

Uma reflexão

É engraçado isso: você visita os blogs dos amigos, lê um post legal e meramente deixa a sua opinião. E só. Mesmo assim, é o suficiente pra alguém que nunca te viu encarnar em você, e ficar zoando com alguém que não conhece.

Você leva na esportiva, responde com uma brincadeira e deixa pra lá. Num outro dia, mais um comentário seu e lá vem a infeliz criatura tirar sarro da sua cara. Do nada. Você respira, faz de conta que não é com você e segue adiante. Passa o tempo, e o provocador se mostra um recorrente: tenta te tirar do sério uma, duas, três, dez, cinqüenta vezes. Apela para ofensas, age como um encosto de macumba que não vai te dar sossego enquanto não te tirar do seu centro.

Você visita outros blogs e lá vem a criatura atrás. Você erra uma letra e pimba!, lá vem o ser humano te chamar de “analfabeto” aos quatro ventos. Você dirige seus comentários ao dono do blog, e o encosto insiste em se dirigir a você. Nem o Ivo Holanda, que é pago pra apanhar, seria tão profissional no ofício de tirar pessoas do sério.

Será que é o anonimato propiciado pela Internet que gera isso? Será que as pessoas enxergam a net como um escudo virtual, um lugar seguro e escondido pra jogar tijolo no telhado de vidro alheio? É como ser perseguido e vigiado em todos os cantos da cidade. É como ter alguém rondando sua casa, seguindo seus passos, e a troco de quê?

E você, teria sangue de barata para aturar essa situação eternamente?

Quer melhorar sua capacidade de expressão? Junte-se a nós!

Dr. Pimpolho

Sexta-feira é um dia muito legal, não é mesmo? É aquele dia que você passa uma semana inteira esperando, pacientemente. Aquele dia que você espera para almoçar num lugar diferente com os amigos, tomar algumas dependendo do lugar, dar umas voltas pra ver rostos novos, fazer umas compras, voltar um pouco mais tarde do almoço. Até a roupa formal foi dispensada, para dar lugar ao figurino descontraído do “casual day”. Tudo muito bonito, tudo muito bacana. Até a esperteza humana do seu gerente marcar uma reunião com toda a gerência, adivinha a que horas?

Fala sério: QUEM em sã consciência marca uma reunião para SEXTA-FEIRA, AO MEIO-DIA? Um cara que não tem amigos? Alguém cuja mulher dorme de calça jeans toda santa noite? Pois tudo indica ser esse o caso do incompetente do meu gerente, um cara que já marcou reunião comigo de sábado, porque “não tinha tempo” no resto da semana. Eu mereço...

segunda-feira, novembro 14, 2005

Doing time

Então tá, né? Meio de feriado prolongado, sol de quarenta graus lá fora, todo mundo na praia e eu aqui, descascando batata no porão. Chefe? Usuário? Quem disse que eles vieram? Eu mesmo, inclusive, estou até agora me perguntando por que vim de roupa social. Aliás, o que eu estou fazendo aqui nesse setor silencioso e deserto? Sim, estou blogando, é claro. E o que mais?

A única coisa boa de ter que trabalhar no meio do feriado é aproveitar a cidade vazia, sem trânsito nem confusão – se é que isso pode ser chamado de “coisa boa”, com o sol que está fazendo lá fora. No sábado fomos assistir “Elizabethtown”. Um filmaço! Imagine uma versão cinematográfica para o vídeo Sunscreen – também conhecido como “filtro solar”, antes do Pedro Bial colocar suas “geniais” mãos sobre ele. Agora pense em uma simpática aeromoça ensinando como se usa o filtro solar – no sentido metafórico da expressão – para um jovem empresário fracassado que pensava em se matar. Se souber misturar bem esses elementos, você entenderá por que essa comédia romântica cativou tanto a nós, minha namorada e eu.

Foi a melhor coisa que fizemos neste feriado. Isto é, a melhor daquelas que podem ser publicadas aqui, se é que vocês me entendem. Agora, depois de almoçarmos juntos, estamos fazendo hora em nossos respectivos escritórios, tanto ela quanto eu, já que nossos brilhantes superiores decidiram supor que teríamos muito que fazer em um dia como hoje.

Quer saber? Se me der a louca, saio daqui uma hora antes de acabar o expediente. Ninguém vai perceber, mesmo...

sexta-feira, novembro 11, 2005

Continuando minha experiência de ter acesso à Rádio Terra, hoje fui atrás de ouvir uma banda de quem, há muito, não tinha notícias: Nickelback. E não é que eu descobri que eles lançaram um novo álbum? “All the right reasons” é o nome do mais recente rebento dos caras.

O som continua o mesmo de sempre: aquele rock grave, pesado e bem marcado. Bom pra puxar ferro, como eu costumo dizer. Agora pasmem: o destaque desse novo trabalho vai para as... baladas!

Isso mesmo, senhoras e senhores, o disco traz duas baladas – e boas! Teria o garoto revoltado com o próprio pai se tornado um cara sensível? Os sons pesados continuam muito bons, sim, mas “Photograph” é quem rouba a cena. “Far away”, a outra balada, também é interessante, apesar de bem mais farofa. Com um pouco mais de imaginação, dá até pra imaginar os Backstreet Boys cantando a canção. Tá, confesso, exige um pouco de imaginação, sim. Mas é melodia é bem na linha das produções do Chris Martin.

O mais engraçado foi encontrar uma música do Nickelback em uma coletânea da Sum Records. Até aí nada de anormal, se a coletânea não trouxesse também Slipknot, Megadeth, Bonde do Tigrão e Karametade. Tirem suas próprias conclusões com relação ao cara que escolheu o repertório dessa coletânea.

Finalmente, eles estão de volta em casa. Depois de longos dias de tratamento, meu pai recebeu alta do hospital. Não tenho palavras para descrever minha felicidade e alívio por saber que meu pai e minha mãe deixaram para trás aquele quarto frio de hospital, por melhor que fosse o tratamento que estavam recebendo.

Mais do que apenas amar, o bushido nos manda venerar nossos pais. E agora é hora de cuidar de quem passou uma vida inteira cuidando de mim.

Eu ainda não entendo como certas “igrejas” ainda têm permissão de funcionar neste país. Não entendo também como pode haver pessoas que cultuam um auto-proclamado bispo, ufanista e cheio de preconceitos, visivelmente envolvido em esquemas de enriquecimento ilícito. Alguém que comete uma falta de respeito como esta não tem moral para ser um líder religioso.

O principal elemento para a evolução espiritual é o respeito pela crença alheia. Se até Deus respeita nossa liberdade de crença, quem somos nós para criticar a fé dos nossos semelhantes?

quarta-feira, novembro 09, 2005

E precisa dizer alguma além disso?

terça-feira, novembro 08, 2005

Tanto barulho pra nada

Uma das coisas que a vida me ensinou é que um aprendiz pode tirar ensinamentos a partir dos erros alheios. Eis aqui um típico caso:

Há alguns anos atrás, algum desocupado espalhou pela Avenida 23 de Maio algumas faixas com os dizeres: “Por onde anda Rodrigo Vileano, o cantor misterioso?”. Passou-se algum tempo, e foi divulgada esta matéria desvendando o mistério do fracassado artista. E cá para nós, o que Rodrigo esperava da própria carreira? Por acaso alguém que quer ser um artista, estar na mídia, atingir o grande público, pode fazer o tipo “misterioso”? Por acaso o “cantor” queria fazer fama se escondendo das pessoas? Não precisa ser gênio para perceber que a atitude antagônica afundou toda a iniciativa. Tá, o som dele também devia ser bem meia-boca, já que foi enviado para várias rádios e mesmo assim ninguém ouviu uma música dele...

Ultimamente, minhas manhãs têm sido incomodadas com alguns cartazes, pregados no caminho do meu trabalho, com os dizeres: “Onde você estava em 1997?”. Abaixo destes dizeres, apenas o nome “Hateen”. A primeira resposta que vem à minha mente é que, em 1997, eu estava ocupado demais cuidando da minha vida pra desperdiçar meu tempo indo atrás de uma banda de quem ninguém nunca ouviu falar. Mesmo assim, resolvi dar uma chance ao teaser que os rapazes espalharam pela cidade, e procurei na internet qualquer coisa sobre eles.

Qual não foi meu desgosto ao descobrir que o site oficial da banda não revela absolutamente NADA sobre eles. Nenhuma foto, nenhum nome, nenhum histórico, nenhuma data ou local de show, nenhuma música para ser ouvida. Os demais sites encontrados na pesquisa trazem comentários subjetivos e tendenciosos demais para serem escritos por uma pessoa imparcial, o que seria o mínimo que se espera de um bom crítico de arte. Em suma: não perca seu tempo indo atrás.

O que será que leva certas pessoas a fazerem tanto barulho pra nada?

segunda-feira, novembro 07, 2005

O fim-de-semana começou bem, com uma experiência cheia de novidades. A pedido da minha namorada, fomos ao show do Jota Quest no Credicard Hall. Foi a primeira vez que comprei ingressos para um show horas antes dele começar. Foi a primeira vez que fui assistir a um show no Credicard Hall. Foi também a primeira vez que fui a um show de uma banda que apenas gosto, sem ser fã de carteirinha. E acho que foi, ainda, a primeira vez que fui a um show de uma banda nacional – isso sem contar os shows do Dr. Sin, que não é exatamente uma banda “nacional”, já que canta em inglês.

Admiro o Jota Quest pelo som que fazem, mas os admiro principalmente pelo seu profissionalismo, pela forma como sabem vender o seu trabalho. Numa análise mais “business” da coisa, poderíamos chamá-los de “um case de sucesso”. Os caras tocam super bem, o set-list foi muito bem escolhido, e o show teria sido muito legal, não fosse por um pequeno e amargo detalhe: momentos antes de entrar para assistir ao show, liguei em casa e descobri que meu pai acabava de ser hospitalizado.

Mesmo sendo um problema de saúde relativamente simples, é deprimente saber que alguém que você ama está em um hospital. Passei o resto do fim-de-semana lá, ao lado dele, acompanhando sua recuperação. E mesmo agora, não consigo parar de pensar nele, e de desejar que ele volte para casa o quanto antes.

É em momentos como este que o lado espiritual do treinamento marcial é posto à prova. São situações assim que nos fazem perceber se nosso espírito está realmente inabalável, conforme nosso juramento Dojokun nos manda buscar. Para mim, não tem sido nada fácil - mas eu sou apenas um aprendiz...

quinta-feira, novembro 03, 2005

Ontem, cheguei ao final de um dos jogos mais incríveis que já joguei: “Splinter Cell – Pandora Tomorrow”. Não sei se todos vocês que visitam este blog curtem games, mesmo assim pensei em deixar aqui a dica. Para os que curtem, e para os que tiverem a curiosidade de conhecer.

Tom Clancy, o autor do jogo, é conhecido por fazer jogos militares, e neste ele se superou. Na série “Splinter Cell”, você assume o papel de Sam Fisher, um agente especializado em missões de infiltração. Ou seja, seu papel consiste em infiltrar-se em instalações inimigas, coletar informações, encontrar pessoas, sabotar dispositivos, tudo isso com um pequeno detalhe: sem ser visto!

É neste aspecto que está o maior diferencial do jogo: se você gosta de invadir lugares com uma metralhadora nos braços, metendo bala em tudo o que se mexe, é melhor procurar outro título. “Splinter Cell” é um jogo de espionagem cheio de suspense, que requer estratégia, inteligência e muita paciência para vencer. Qualquer deslize em seus movimentos pode provocar um sério conflito diplomático, e em caso de erro, o governo americano negará saber de sua existência.

Sua arma é seu último recurso, e para passar despercebido por seus inimigos, Sam conta com um arsenal de equipamentos que fariam inveja a James Bond: além das armas com silenciador, câmeras adesivas, disruptores de câmeras de vigilância, óculos de visão térmica e infra-vermelho, microfones de longa distância e atordoadores elétricos compõem a lista de brinquedinhos que você carrega.

Na trama de “Pandora Tomorrow”, tudo começa quando a embaixada americana no Timor Leste é atacada por um líder militar revolucionário chamado Suhadi Sadono – qualquer semelhança com “Sadam Hussein” no nome e com Che Guevara na aparência não devem ser mera coincidência. Diplomatas americanos são seqüestrados pelo terrorista, que ameaça espalhar um vírus mortal pelos Estados Unidos se os americanos não retirarem suas bases militares no Timor Leste. Cabe a você resgatar os diplomatas, descobrir onde estão os containers com os vírus e desativá-los. É como estar na pele de Jack Bauer em “24 horas”, tendo que manter o mesmo anonimato dos agentes de “Men in Black”.

Se você gostaria de participar de um filme de espionagem, cheio de suspense e ação, vale a pena a experiência.

This page is powered by Blogger. Isn't yours?

Site Meter