sexta-feira, outubro 28, 2005
Dicas musicais
Goste você ou não, é preciso admitir: Jon Bon Jovi é o cara! Apesar de seu som “farofa” ser criticado pelos cabeludos fãs de metal – que curtem cheirar a cerveja e cigarro, e adoram se espremer nos shows a outras criaturas tão cheirosas quanto eles – a qualidade do som do Bon Jovi é a mesma com o passar dos anos. Ao contrário da maioria das bandas pelo mundo, que têm suas ascensões e quedas, os caras de New Jersey permanecem sempre no seu patamar, entrando em leve evidência quando lançam um trabalho novo.
Admito que o Jon é um cara em quem eu me espelho. Considero ele uma referência para o meu tipo de trabalho. E nos últimos dias, estive conferindo na Rádio Terra seu último trabalho: “Have a Nice Day”. Eu arriscaria dizer que é um dos melhores trabalhos que a banda já fez, ou pelo menos o mais nivelado de todos. Todas as músicas têm uma qualidade bastante similar, e são honestamente Bon Jovi – aquele mesmo som que você ouve em qualquer álbum de qualquer fase da banda, quer seja “Slippery When Wet”, “Keep the Faith” ou “Bounce”.
Mesmo assim, vale destacar alguns sons. Merecem atenção especial: “I Want To Be Loved”, “Dirty Little Secret” e “Unbreakable”. Aproveitem que o link está aí em cima, e confiram mais esta pérola do pop rock mundial. Como diriam os caras do Ultraje a Rigor: “Eu recobeindo...”
Goste você ou não, é preciso admitir: Jon Bon Jovi é o cara! Apesar de seu som “farofa” ser criticado pelos cabeludos fãs de metal – que curtem cheirar a cerveja e cigarro, e adoram se espremer nos shows a outras criaturas tão cheirosas quanto eles – a qualidade do som do Bon Jovi é a mesma com o passar dos anos. Ao contrário da maioria das bandas pelo mundo, que têm suas ascensões e quedas, os caras de New Jersey permanecem sempre no seu patamar, entrando em leve evidência quando lançam um trabalho novo.
Admito que o Jon é um cara em quem eu me espelho. Considero ele uma referência para o meu tipo de trabalho. E nos últimos dias, estive conferindo na Rádio Terra seu último trabalho: “Have a Nice Day”. Eu arriscaria dizer que é um dos melhores trabalhos que a banda já fez, ou pelo menos o mais nivelado de todos. Todas as músicas têm uma qualidade bastante similar, e são honestamente Bon Jovi – aquele mesmo som que você ouve em qualquer álbum de qualquer fase da banda, quer seja “Slippery When Wet”, “Keep the Faith” ou “Bounce”.
Mesmo assim, vale destacar alguns sons. Merecem atenção especial: “I Want To Be Loved”, “Dirty Little Secret” e “Unbreakable”. Aproveitem que o link está aí em cima, e confiram mais esta pérola do pop rock mundial. Como diriam os caras do Ultraje a Rigor: “Eu recobeindo...”
quinta-feira, outubro 27, 2005
Quer ver um bom filme? Vá ao cinema e assista “Os Irmãos Grimm”. Eu fui ontem e gostei deveras! De forma tão fantasiosa quanto “Shakespeare Apaixonado”, os filme conta as desventuras dos irmãos Will e Jacob Grimm. O primeiro, mais prático entre os dois, lidera as charlatanices que os sustentam como supostos “caçadores de assombrações”. O segundo, mais sonhador, guarda em suas anotações todos os detalhes fantasiosos de suas aventuras. Sempre se metendo em encrencas, os irmãos acabam sendo obrigados a desmascarar outros charlatões que, assim como eles, vêem assombrando um vilarejo. Mas seriam essas aberrações obra de falsários, de fato?
A fantasia os leva por situações que inspirarão as histórias que os tornaram famosos em nosso mundo. Mas vale a pena avisar: se você for esperando por uma história pueril, bucólica e infantil, esqueça – o filme é obscuro, denso, e acreditem, desaconselhável a crianças pela sua dose de terror. Mesmo assim, vale cada centavo deixado na bilheteria do cinema.
Mudando de assunto, fiquei sabendo hoje de manhã que uma amiga vai ser mãe. Fiquei muito contente por ela. E um antigo amigo, que hoje está mais para “conhecido”, quer me entregar seu convite de casamento. Pois é, a vida de todos está caminhando, e o time dos solteiros diminuindo. Tá ficando solitário do lado de cá... e chato pra caramba. Me sinto como se estivesse protagonizando, sozinho, uma cena de “Dawson´s Creek” ou “One Tree Hill”, olhando a vida passar, no cais ou no campo de basquete, sem ninguém por perto. E eu vou ficar fazendo o que por aqui, quando todo mundo for embora?
Será que eu vou precisar gritar pra você lembrar que eu existo, Deus?? Ah é, já estava esquecendo, é inútil esperar um pingo de consideração que seja da sua parte...
A fantasia os leva por situações que inspirarão as histórias que os tornaram famosos em nosso mundo. Mas vale a pena avisar: se você for esperando por uma história pueril, bucólica e infantil, esqueça – o filme é obscuro, denso, e acreditem, desaconselhável a crianças pela sua dose de terror. Mesmo assim, vale cada centavo deixado na bilheteria do cinema.
Mudando de assunto, fiquei sabendo hoje de manhã que uma amiga vai ser mãe. Fiquei muito contente por ela. E um antigo amigo, que hoje está mais para “conhecido”, quer me entregar seu convite de casamento. Pois é, a vida de todos está caminhando, e o time dos solteiros diminuindo. Tá ficando solitário do lado de cá... e chato pra caramba. Me sinto como se estivesse protagonizando, sozinho, uma cena de “Dawson´s Creek” ou “One Tree Hill”, olhando a vida passar, no cais ou no campo de basquete, sem ninguém por perto. E eu vou ficar fazendo o que por aqui, quando todo mundo for embora?
Será que eu vou precisar gritar pra você lembrar que eu existo, Deus?? Ah é, já estava esquecendo, é inútil esperar um pingo de consideração que seja da sua parte...
terça-feira, outubro 25, 2005
Indignação
Li uma passagem muito interessante ontem de “Musashi”, meu livro de cabeceira. Recentemente chegado a Edo (a atual Tókio), Musashi visitou um afiador de espadas da escola Hon´a-mi – discípulo, portanto, de seu velho amigo Hon´a-mi Koetsu. De acordo com o cartaz pregado à porta do estabelecimento, o afiador (cujo nome eu não me lembro agora), dizia-se um “polidor de almas”, e indignou-se quando Musashi solicitou a ele que tornasse sua espada ainda mais cortante.
O polidor dizia não se conformar com a falta de compreensão das pessoas perante o real valor da espada. Todos que o procuravam acreditavam que seriam respeitados por rasgar meia dúzia de ventres. Ninguém parecia compreender que o katana (a espada japonesa) fora desenvolvido como instrumento de elevação da alma, e construção da nação.
Infelizmente, até hoje não sabemos ter responsabilidade perante uma arma. Prova disso é este acontecimento, onde um garoto de apenas onze anos perdeu sua vida graças à irresponsabilidade de um “adulto”. E talvez em virtude da vitória do “não” nas urnas neste último domingo, a onda de justiceiros armados parece estar começando.
Por entender que nós, população, não temos culpa pela falta de um controle efetivo do comércio de armas de fogo por parte de nosso governo, somei meu voto ao da maioria durante este referendo. Mas queira Deus que nós tenhamos feito a escolha correta.
Queira Deus, também, que haja “Polidores de Almas” espalhados por este mundo, para nos ensinar a lidar responsavelmente com uma arma.
Li uma passagem muito interessante ontem de “Musashi”, meu livro de cabeceira. Recentemente chegado a Edo (a atual Tókio), Musashi visitou um afiador de espadas da escola Hon´a-mi – discípulo, portanto, de seu velho amigo Hon´a-mi Koetsu. De acordo com o cartaz pregado à porta do estabelecimento, o afiador (cujo nome eu não me lembro agora), dizia-se um “polidor de almas”, e indignou-se quando Musashi solicitou a ele que tornasse sua espada ainda mais cortante.
O polidor dizia não se conformar com a falta de compreensão das pessoas perante o real valor da espada. Todos que o procuravam acreditavam que seriam respeitados por rasgar meia dúzia de ventres. Ninguém parecia compreender que o katana (a espada japonesa) fora desenvolvido como instrumento de elevação da alma, e construção da nação.
Infelizmente, até hoje não sabemos ter responsabilidade perante uma arma. Prova disso é este acontecimento, onde um garoto de apenas onze anos perdeu sua vida graças à irresponsabilidade de um “adulto”. E talvez em virtude da vitória do “não” nas urnas neste último domingo, a onda de justiceiros armados parece estar começando.
Por entender que nós, população, não temos culpa pela falta de um controle efetivo do comércio de armas de fogo por parte de nosso governo, somei meu voto ao da maioria durante este referendo. Mas queira Deus que nós tenhamos feito a escolha correta.
Queira Deus, também, que haja “Polidores de Almas” espalhados por este mundo, para nos ensinar a lidar responsavelmente com uma arma.
sexta-feira, outubro 21, 2005
Referendo, parte II
Galera, continuo achando um absurdo a posse de armas por parte da população, mas talvez eu mude de idéia a respeito do que venho defendendo.
Sempre acreditei que, para que se faça justiça em um julgamento, ambos os lados devem ser ouvidos minuciosamente. Infelizmente, todos os argumentos apresentados até o momento pelos partidários do “não” foram fracos e mal embasados, típicos de pessoas enrustidamente violentas. Porém, este artigo a respeito do assunto me pareceu inteligente e bem elaborado.
Continuo sustentando tudo o que escrevi até aqui, e duvidando da eficácia de um “controle rigoroso da posse de armas”, proposto pelo texto. Se nosso governo falhou em nos prover segurança, o que nos levaria a crer que obteriam êxito neste controle? Mas mesmo assim, recomendo uma leitura do texto linkado acima. E recomendo também que se procurem maiores informações a respeito desta questão. Ainda é tempo de nos prepararmos para uma escolha convicta e consciente.
Galera, continuo achando um absurdo a posse de armas por parte da população, mas talvez eu mude de idéia a respeito do que venho defendendo.
Sempre acreditei que, para que se faça justiça em um julgamento, ambos os lados devem ser ouvidos minuciosamente. Infelizmente, todos os argumentos apresentados até o momento pelos partidários do “não” foram fracos e mal embasados, típicos de pessoas enrustidamente violentas. Porém, este artigo a respeito do assunto me pareceu inteligente e bem elaborado.
Continuo sustentando tudo o que escrevi até aqui, e duvidando da eficácia de um “controle rigoroso da posse de armas”, proposto pelo texto. Se nosso governo falhou em nos prover segurança, o que nos levaria a crer que obteriam êxito neste controle? Mas mesmo assim, recomendo uma leitura do texto linkado acima. E recomendo também que se procurem maiores informações a respeito desta questão. Ainda é tempo de nos prepararmos para uma escolha convicta e consciente.
Direto da redação: o governo está planejando aprovar uma lei que proíbe as pessoas de pularem de cabeça do alto dos prédios. Entretanto, para não parecerem injustos, estão pensando em convocar um referendo pela aprovação dessa lei.
Que papo é esse de proibir? Que história é essa de tirarem nossos direitos? Vamos às urnas manifestar nosso protesto e indignação contra mais este abuso, pois estão tirando um direito nosso!
Vamos todos votar contra, e garantir nosso importantíssimo direito de pular de cabeça do alto dos prédios.
Um bom referendo para todos!
Que papo é esse de proibir? Que história é essa de tirarem nossos direitos? Vamos às urnas manifestar nosso protesto e indignação contra mais este abuso, pois estão tirando um direito nosso!
Vamos todos votar contra, e garantir nosso importantíssimo direito de pular de cabeça do alto dos prédios.
Um bom referendo para todos!
quarta-feira, outubro 19, 2005
Dia de faxina
Hoje foi dia de fazer algumas limpezas aqui no Dojo Virtual. Limpar o tatami, arrumar os shinais, os bokens, lustrar os katanas, o kabuto e o shizen. E claro, arrumar aqueles links ali do lado, que estavam uma bagunça.
Acho que a mudança mais significativa foi a do André. Agora que ele é um cara casado, deixou de ser um simples e singular “Mero Jogador”, para dar início ao seriado de sua vida a dois: “Os Oakfields”. O novo link está lá, e agora vamos poder acompanhar a aventura da vida a dois da Lu e do André – sem detalhes conjugais, obviamente – no melhor estilo do “Blog de Casal”, da Camila e do Ricardo.
Tem também as adições dos blogs do Marcel e do Flávio Viola, vulgo maluco normal, além do mais recente link ao fotolog da Leslye, uma pessoa com direito a um capítulo na minha biografia, quando esta for escrita. Sejam todos vocês bem-vindos! Ou como dizemos no meio samuraico, “Irashai Masse!”
Infelizmente, houve também algumas remoções. Me despedi dos links ao blog da Day, da Pâmela e da Anjolie. Não sei por onde elas andam, já que abandonaram seus blogs, mas se voltarem a passar por aqui, continuarão sendo muito bem-vindas também.
Agora que a casa está em ordem, hora de voltar à meditação.
Mokuso!
Hoje foi dia de fazer algumas limpezas aqui no Dojo Virtual. Limpar o tatami, arrumar os shinais, os bokens, lustrar os katanas, o kabuto e o shizen. E claro, arrumar aqueles links ali do lado, que estavam uma bagunça.
Acho que a mudança mais significativa foi a do André. Agora que ele é um cara casado, deixou de ser um simples e singular “Mero Jogador”, para dar início ao seriado de sua vida a dois: “Os Oakfields”. O novo link está lá, e agora vamos poder acompanhar a aventura da vida a dois da Lu e do André – sem detalhes conjugais, obviamente – no melhor estilo do “Blog de Casal”, da Camila e do Ricardo.
Tem também as adições dos blogs do Marcel e do Flávio Viola, vulgo maluco normal, além do mais recente link ao fotolog da Leslye, uma pessoa com direito a um capítulo na minha biografia, quando esta for escrita. Sejam todos vocês bem-vindos! Ou como dizemos no meio samuraico, “Irashai Masse!”
Infelizmente, houve também algumas remoções. Me despedi dos links ao blog da Day, da Pâmela e da Anjolie. Não sei por onde elas andam, já que abandonaram seus blogs, mas se voltarem a passar por aqui, continuarão sendo muito bem-vindas também.
Agora que a casa está em ordem, hora de voltar à meditação.
Mokuso!
segunda-feira, outubro 17, 2005
“A child alone in daddy´s room
The gun was hidden here
No one home to catch me when I fall
A young man down on a private chair
I see the world through a bitter stare...”
(Queensryche – Best I can)
Assunto do momento: referendo sobre a proibição do comércio de armas e munição. Eu não poderia deixar de manifestar minha opção pelo “SIM”, não sem justificá-la devidamente.
Amigos que pretendem votar no não, prestem bastante atenção neste artigo, que com certeza não será divulgado pela galera do “vote não”. Percebam que nem mesmo um policial militar, que é um cara diariamente treinado para lidar com armas, se livrou de ser assassinado por um bandido. Se nem ele se salvou, por acaso passa pela sua cabeça que VOCÊ, mero contribuinte civil, estará protegido se andar armado por aí?
Realmente, o governo que está aí não está fazendo nada pela nossa segurança, mas essa frase já era clichê quando eu nasci. Se a polícia não está bem preparada para nos proteger, nossa obrigação não é botar uma arma na cintura e sair por aí fazendo o trabalho dos caras. Justiceiros só costumam se dar bem nas histórias em quadrinhos. Se você quer segurança, então pegue aquela força de vontade que te leva a invadir o gramado do estádio para espancar o juiz ladrão, e vá cobrar serviço de quem você elegeu. Ou melhor: antes de aprender a usar uma arma, aprenda a usar o seu título de eleitor!
Mesmo se não contarmos os acidentes caseiros que ocorrem com armas, muito deles fatais, é importante lembrar uma coisa: uma pessoa que possua armas, quando assaltada, tem a arma levada pelo bandido e é invariavelmente morta, perdendo a chance de sobreviver ao fato. E pra onde você acha que vai essa arma? Pois é, meus caros, não é apenas o tráfico paralelo que mune a bandidagem.
Muito mais poderia ser dito, mas meus principais argumentos estão aí. Infelizmente, não estamos mais na época dos samurais, onde todo mundo carregava sua espada à cintura, e quem quisesse mexer com você tinha que ser muito bom na esgrima pra não sair aleijado. As armas de fogo são cruéis e covardes, e é por isso mesmo que eu digo “sim” à sua proibição.
Também morre quem atira!
The gun was hidden here
No one home to catch me when I fall
A young man down on a private chair
I see the world through a bitter stare...”
(Queensryche – Best I can)
Assunto do momento: referendo sobre a proibição do comércio de armas e munição. Eu não poderia deixar de manifestar minha opção pelo “SIM”, não sem justificá-la devidamente.
Amigos que pretendem votar no não, prestem bastante atenção neste artigo, que com certeza não será divulgado pela galera do “vote não”. Percebam que nem mesmo um policial militar, que é um cara diariamente treinado para lidar com armas, se livrou de ser assassinado por um bandido. Se nem ele se salvou, por acaso passa pela sua cabeça que VOCÊ, mero contribuinte civil, estará protegido se andar armado por aí?
Realmente, o governo que está aí não está fazendo nada pela nossa segurança, mas essa frase já era clichê quando eu nasci. Se a polícia não está bem preparada para nos proteger, nossa obrigação não é botar uma arma na cintura e sair por aí fazendo o trabalho dos caras. Justiceiros só costumam se dar bem nas histórias em quadrinhos. Se você quer segurança, então pegue aquela força de vontade que te leva a invadir o gramado do estádio para espancar o juiz ladrão, e vá cobrar serviço de quem você elegeu. Ou melhor: antes de aprender a usar uma arma, aprenda a usar o seu título de eleitor!
Mesmo se não contarmos os acidentes caseiros que ocorrem com armas, muito deles fatais, é importante lembrar uma coisa: uma pessoa que possua armas, quando assaltada, tem a arma levada pelo bandido e é invariavelmente morta, perdendo a chance de sobreviver ao fato. E pra onde você acha que vai essa arma? Pois é, meus caros, não é apenas o tráfico paralelo que mune a bandidagem.
Muito mais poderia ser dito, mas meus principais argumentos estão aí. Infelizmente, não estamos mais na época dos samurais, onde todo mundo carregava sua espada à cintura, e quem quisesse mexer com você tinha que ser muito bom na esgrima pra não sair aleijado. As armas de fogo são cruéis e covardes, e é por isso mesmo que eu digo “sim” à sua proibição.
Também morre quem atira!
terça-feira, outubro 11, 2005
É uma pena que minha agenda atual esteja me afastando do Karate. Atualmente, estou conseguindo treinar apenas aos sábados, e neste último que passou, ainda acabei faltando. Quando olhei para o relógio e vi que havia perdido a hora, me senti um verdadeiro Matahachi, o desleixado amigo de infância de Musashi. “Vergonha, vergonha, Matahachi!”, disse várias vezes para o espelho. Mas considerando que minha amada estava convalescente de uma micro-cirurgia, procurei não me culpar tanto, já que ela poderia precisar de mim a qualquer instante.
Infelizmente, não tenho tido muito o que postar enquanto “samurai”. Mas há novidades bem legais para contar, enquanto “aprendiz”:
Estou bastante empolgado com o andamento das minhas aulas de canto. Mesmo estudando canto popular e meu estilo não sendo ópera, estou fascinado com as operetas do método Vaccaj (lê-se “Vacai”). As notas, os intervalos, até as letras foram pensadas com o intuito de criar, para o aluno, exercícios de dificuldade progressiva. São 22 músicas repletas de ótima didática. Grande gênio que foi esse Nicola Vaccaj...
E o meu CD está começando a ganhar alguma forma, agora que está saindo da fase de pré-produção. Estou ansioso para ver o resultado final. Se tudo correr conforme o planejado, meu trabalho contará com a participação de grandes nomes do cenário musical. Um deles, inclusive, um cara de quem sou fã desde a adolescência. Já se imaginou batendo uma bola com o Ronaldinho? Tirando um pega de kart com o Schumacher? Jogando um basquete de quintal com o Michael Jordan? Pois é por algo assim que estou esperando: se tudo der certo, em breve estarei lado a lado com um ídolo meu, dentro de um estúdio.
Quem é essa pessoa? Prefiro não divulgar por enquanto. Para fazer algum suspense, e também para evitar qualquer xabu. Mas assim que a participação desta pessoa estiver devidamente gravada, eu conto quem é.
Infelizmente, não tenho tido muito o que postar enquanto “samurai”. Mas há novidades bem legais para contar, enquanto “aprendiz”:
Estou bastante empolgado com o andamento das minhas aulas de canto. Mesmo estudando canto popular e meu estilo não sendo ópera, estou fascinado com as operetas do método Vaccaj (lê-se “Vacai”). As notas, os intervalos, até as letras foram pensadas com o intuito de criar, para o aluno, exercícios de dificuldade progressiva. São 22 músicas repletas de ótima didática. Grande gênio que foi esse Nicola Vaccaj...
E o meu CD está começando a ganhar alguma forma, agora que está saindo da fase de pré-produção. Estou ansioso para ver o resultado final. Se tudo correr conforme o planejado, meu trabalho contará com a participação de grandes nomes do cenário musical. Um deles, inclusive, um cara de quem sou fã desde a adolescência. Já se imaginou batendo uma bola com o Ronaldinho? Tirando um pega de kart com o Schumacher? Jogando um basquete de quintal com o Michael Jordan? Pois é por algo assim que estou esperando: se tudo der certo, em breve estarei lado a lado com um ídolo meu, dentro de um estúdio.
Quem é essa pessoa? Prefiro não divulgar por enquanto. Para fazer algum suspense, e também para evitar qualquer xabu. Mas assim que a participação desta pessoa estiver devidamente gravada, eu conto quem é.
segunda-feira, outubro 10, 2005
Mais um longo período sem bloggar, desta vez porque cortaram todo e qualquer acesso à Internet aqui na empresa. Dá pra acreditar que profissionais de informática passem por coisas desse tipo?
Enfim, o que importa é que estou online novamente. E já aproveitei esse retorno ao mundo conectado para fazer algo super importante: inscrever-me no concurso do meu programa de TV favorito, o “American Chopper”. Agora, estou oficialmente concorrendo a uma viagem à Orange County Choppers, a oficina onde são criadas as motos mais animalescas do universo conhecido.
Agradeço se puder contar com a torcida positiva de vocês!!
Enfim, o que importa é que estou online novamente. E já aproveitei esse retorno ao mundo conectado para fazer algo super importante: inscrever-me no concurso do meu programa de TV favorito, o “American Chopper”. Agora, estou oficialmente concorrendo a uma viagem à Orange County Choppers, a oficina onde são criadas as motos mais animalescas do universo conhecido.
Agradeço se puder contar com a torcida positiva de vocês!!
