sexta-feira, janeiro 30, 2004
"Evolution: the key to our existence. (...) But from time to time, evolution leaps forward..."
Charles Xavier, em X-Men - O filme.
Você acredita que os mutantes não passam de ficção ? Eu também acreditava nisso, até ler esta notícia hoje de manhã.
Teríamos nós chegado à era dos X-Men ?
Charles Xavier, em X-Men - O filme.
Você acredita que os mutantes não passam de ficção ? Eu também acreditava nisso, até ler esta notícia hoje de manhã.
Teríamos nós chegado à era dos X-Men ?
quinta-feira, janeiro 29, 2004
Fico contente em saber que este humilde blog esteja sendo visitado por mais pessoas do que eu imaginava. Vou aproveitar o post de hoje para agradecer os e-mails que recebi, elogiando os textos que foram publicados. Tenham certeza de que vou me esforçar, cada vez mais, para que as palavras aqui publicadas tenham sempre algo a acrescentar ao dia-a-dia de vocês. E por favor, continuem mandando seus comentários, pelos links do blog ou pelo e-mail, pois eles serão sempre bem-vindos e muito esperados.
Hoje estou com a mente um pouco vazia, ou talvez cheia demais de trabalho. Não me ocorreu nenhum tema de reflexão para hoje, apenas um breve comentário sobre a música que está na minha cabeça agora: "My heart can´t tell me no", do Rod Stewart. Foi a música que marcou meu último fim-de-semana. Se puderem, procurem o CD dessa música, baixem o MP3, peçam na sua rádio favorita. É uma daquelas belas músicas que todo mundo conhece, mas ninguém sabe o nome.
Osu !
Hoje estou com a mente um pouco vazia, ou talvez cheia demais de trabalho. Não me ocorreu nenhum tema de reflexão para hoje, apenas um breve comentário sobre a música que está na minha cabeça agora: "My heart can´t tell me no", do Rod Stewart. Foi a música que marcou meu último fim-de-semana. Se puderem, procurem o CD dessa música, baixem o MP3, peçam na sua rádio favorita. É uma daquelas belas músicas que todo mundo conhece, mas ninguém sabe o nome.
Osu !
quarta-feira, janeiro 28, 2004
Hoje de manhã, ouvi uma pessoa no escritório atendendo o telefone. Parece um fato banal, mas esse fato trouxe de volta à tona uma idéia que me incomoda e me revolta muito, pela maneira como ele aconteceu: a pessoa atendeu o telefone dizendo seu sobrenome.
Por que isso me incomoda ? Me lembro de que quando eu era pequeno, todo mundo me conhecia por "Luiz Cláudio", ou simplesmente "Luiz"; ou ainda, "Cláudio", como meu irmão ainda prefere me chamar. Hoje, todos os meus colegas me chamam de "Ribeirinho" (não, não é o diminutivo do meu sobrenome, ele é assim mesmo).
Já repararam que droga acontece com as nossas vidas ? Já notaram o quanto perdemos nossa individualidade ? Não é revoltante pensar que "Joãozinhos", "Juquinhas" e "Zezinhos" se tornam "Ferreiras", "Tavares" e "Oliveiras" quando crescem ?
É por isso que eu digo: estou cansado de ser apenas Luiz Cláudio. Pior ainda ser "Ribeirinho". Eu quero ser Joe Rivieri !!!!!
Por que isso me incomoda ? Me lembro de que quando eu era pequeno, todo mundo me conhecia por "Luiz Cláudio", ou simplesmente "Luiz"; ou ainda, "Cláudio", como meu irmão ainda prefere me chamar. Hoje, todos os meus colegas me chamam de "Ribeirinho" (não, não é o diminutivo do meu sobrenome, ele é assim mesmo).
Já repararam que droga acontece com as nossas vidas ? Já notaram o quanto perdemos nossa individualidade ? Não é revoltante pensar que "Joãozinhos", "Juquinhas" e "Zezinhos" se tornam "Ferreiras", "Tavares" e "Oliveiras" quando crescem ?
É por isso que eu digo: estou cansado de ser apenas Luiz Cláudio. Pior ainda ser "Ribeirinho". Eu quero ser Joe Rivieri !!!!!
terça-feira, janeiro 27, 2004
André e Renato, algo me diz que vocês vão adorar esta notícia...
Excepcionalmente hoje, vou bloggar uma segunda vez no mesmo dia, em réplica a um post que o André publicou hoje no seu blog, comparando relações e jogos de tênis. Pra falar a verdade, é mais um complemento do que uma réplica. Aí vai :
Tênis ou Frescobol - Rubem Alves
"Depois de muito meditar sobre o assunto, concluí que os casamentos são de dois tipos: há os tipo tênis e os tipo frescobol. Os casamentos do tipo tênis são uma fonte de raiva e ressentimentos e terminam sempre mau. Os do tipo frescobol são uma fonte de alegria e têm a chance de ter vida longa.
Explico-me. Para começar, uma afirmação de Nietzche, com a qual concordo inteiramente.
Dizia ele: "Ao pensar sobre a possibilidade do casamento, cada um deveria se fazer a seguinte pergunta: 'Você crê que seria capaz de conversar com prazer com essa pessoa até a sua velhice?'
Tudo o mais no casamento é transitório, mas as relações que desafiam o tempo são aquelas construídas sobre a arte de conversar."
Xerazade sabia disso. Sabia que os casamentos baseados nos prazeres da cama são sempre decapitados pela manhã, terminam em separação, pois os prazeres do sexo se esgotam rapidamente, terminam na morte, como no filme 'O Império dos sentidos'. Por isso, quando o sexo já estava morto na cama, e o amor não mais se podia dizer através dele, Xerazade o ressuscitava pela magia da palavra: começava uma longa conversa, conversa sem fim, que deveria durar mil e uma noites.
Há carinhos que se fazem com o corpo e há os que se fazem com as palavras. E contrariamente ao que pensam os amantes inexperientes, fazer carinho com as palavras não é ficar repetindo o tempo todo:
"Eu te amo, eu te amo...". Barthes advertia: "Passada a primeira confissão, 'eu te amo' não quer dizer mais nada."
É na conversa que o nosso verdadeiro corpo se mostra, não em sua nudez anatômica, mas em sua nudez poética. Recordo a sabedoria de Adélia Prado: "Erótica é a alma." O tênis é um jogo feroz. O seu objetivo é derrotar o adversário. E a sua derrota se revela no seu erro: o outro foi incapaz de devolver a bola. Joga-se tênis para fazer o outro errar. O bom jogador é aquele que tem a exata noção do ponto fraco do seu adversário, e é justamente para aí que ele vai dirigir a sua cortada - palavra muito sugestiva, que indica o seu objetivo sádico, que é o de cortar, interromper, derrotar. O prazer do tênis se encontra, portanto,
justamente no momento em que o jogo não pode mais continuar porque o adversário foi colocado fora de jogo. Termina sempre com a alegria de um e a tristeza do outro. O frescobol se parece muito com o tênis: dois jogadores, duas raquetes e uma bola. Só que, para o jogo ser bom, é preciso que nenhum dos dois perca. Se a bola veio meio torta, a gente sabe que não foi de propósito e quem recebe faz o maior esforço do mundo para devolvê-la gostosa, no lugar certo, para que o outro possa pegá-la.
Não existe adversário porque não há ninguém a ser derrotado. Aqui ou os dois ganham ou ninguém ganha. E ninguém fica feliz quando o outro erra - pois o que se deseja é que ninguém erre. O erro de um, no frescobol, é como a ejaculação precoce: um acidente lamentável que não deveria Ter acontecido, pois o gostoso mesmo é aquele ir e vir, ir e vir, ir e vir... E o que errou pede desculpas, e o que provocou o erro se sente culpado.
Mas não tem importância: começa-se de novo este delicioso jogo em que ninguém marca pontos...
A bola: são nossas fantasias, irrealidades, sonhos sob a forma de palavras. Conversar é ficar batendo sonho pra lá, sonho pra cá...
Mas há casais que jogam com os sonhos como se jogassem tênis. Ficam à espera do momento certo para a cortada.
Camus anotava no seu diário pequenos fragmentos para os livros que pretendia escrever. Um deles, que se encontra nos 'Primeiros Cadernos', é sobre esse jogo de tênis:
Cena: o marido, a mulher, a galeria. O primeiro tem um valor e gosta de brilhar. A Segunda guarda silêncio, mas, com pequenas frases secas, destroe todos os propósitos do caro esposo. Desta forma marca
constantemente a sua superioridade. O outro domina-se, mas sofre uma humilhação e é assim que nasce o ódio. Exemplo: com um sorriso, "não se faça mais de estúpido do que é, meu amigo."
Tênis é assim: recebe-se o sonho do outro para destruí-lo, arrebentá-lo, como uma bolha de sabão... O que se busca é Ter razão e o que se ganha é o distanciamento. Aqui, quem ganha sempre perde.
Já no frescobol é diferente: o sonho do outro é um brinquedo que deve ser preservado, pois se sabe que, se é sonho, é coisa delicada, do coração. O bom ouvinte é aquele que, ao falar, abre espaços para que as bolhas de sabão do outro voem livres. Bola vai, bola vem - cresce o amor... Ninguém ganha para que os dois ganhem. E se deseja então que o outro viva sempre, eternamente, para que o jogo nunca tenha fim..."
Tênis ou Frescobol - Rubem Alves
"Depois de muito meditar sobre o assunto, concluí que os casamentos são de dois tipos: há os tipo tênis e os tipo frescobol. Os casamentos do tipo tênis são uma fonte de raiva e ressentimentos e terminam sempre mau. Os do tipo frescobol são uma fonte de alegria e têm a chance de ter vida longa.
Explico-me. Para começar, uma afirmação de Nietzche, com a qual concordo inteiramente.
Dizia ele: "Ao pensar sobre a possibilidade do casamento, cada um deveria se fazer a seguinte pergunta: 'Você crê que seria capaz de conversar com prazer com essa pessoa até a sua velhice?'
Tudo o mais no casamento é transitório, mas as relações que desafiam o tempo são aquelas construídas sobre a arte de conversar."
Xerazade sabia disso. Sabia que os casamentos baseados nos prazeres da cama são sempre decapitados pela manhã, terminam em separação, pois os prazeres do sexo se esgotam rapidamente, terminam na morte, como no filme 'O Império dos sentidos'. Por isso, quando o sexo já estava morto na cama, e o amor não mais se podia dizer através dele, Xerazade o ressuscitava pela magia da palavra: começava uma longa conversa, conversa sem fim, que deveria durar mil e uma noites.
Há carinhos que se fazem com o corpo e há os que se fazem com as palavras. E contrariamente ao que pensam os amantes inexperientes, fazer carinho com as palavras não é ficar repetindo o tempo todo:
"Eu te amo, eu te amo...". Barthes advertia: "Passada a primeira confissão, 'eu te amo' não quer dizer mais nada."
É na conversa que o nosso verdadeiro corpo se mostra, não em sua nudez anatômica, mas em sua nudez poética. Recordo a sabedoria de Adélia Prado: "Erótica é a alma." O tênis é um jogo feroz. O seu objetivo é derrotar o adversário. E a sua derrota se revela no seu erro: o outro foi incapaz de devolver a bola. Joga-se tênis para fazer o outro errar. O bom jogador é aquele que tem a exata noção do ponto fraco do seu adversário, e é justamente para aí que ele vai dirigir a sua cortada - palavra muito sugestiva, que indica o seu objetivo sádico, que é o de cortar, interromper, derrotar. O prazer do tênis se encontra, portanto,
justamente no momento em que o jogo não pode mais continuar porque o adversário foi colocado fora de jogo. Termina sempre com a alegria de um e a tristeza do outro. O frescobol se parece muito com o tênis: dois jogadores, duas raquetes e uma bola. Só que, para o jogo ser bom, é preciso que nenhum dos dois perca. Se a bola veio meio torta, a gente sabe que não foi de propósito e quem recebe faz o maior esforço do mundo para devolvê-la gostosa, no lugar certo, para que o outro possa pegá-la.
Não existe adversário porque não há ninguém a ser derrotado. Aqui ou os dois ganham ou ninguém ganha. E ninguém fica feliz quando o outro erra - pois o que se deseja é que ninguém erre. O erro de um, no frescobol, é como a ejaculação precoce: um acidente lamentável que não deveria Ter acontecido, pois o gostoso mesmo é aquele ir e vir, ir e vir, ir e vir... E o que errou pede desculpas, e o que provocou o erro se sente culpado.
Mas não tem importância: começa-se de novo este delicioso jogo em que ninguém marca pontos...
A bola: são nossas fantasias, irrealidades, sonhos sob a forma de palavras. Conversar é ficar batendo sonho pra lá, sonho pra cá...
Mas há casais que jogam com os sonhos como se jogassem tênis. Ficam à espera do momento certo para a cortada.
Camus anotava no seu diário pequenos fragmentos para os livros que pretendia escrever. Um deles, que se encontra nos 'Primeiros Cadernos', é sobre esse jogo de tênis:
Cena: o marido, a mulher, a galeria. O primeiro tem um valor e gosta de brilhar. A Segunda guarda silêncio, mas, com pequenas frases secas, destroe todos os propósitos do caro esposo. Desta forma marca
constantemente a sua superioridade. O outro domina-se, mas sofre uma humilhação e é assim que nasce o ódio. Exemplo: com um sorriso, "não se faça mais de estúpido do que é, meu amigo."
Tênis é assim: recebe-se o sonho do outro para destruí-lo, arrebentá-lo, como uma bolha de sabão... O que se busca é Ter razão e o que se ganha é o distanciamento. Aqui, quem ganha sempre perde.
Já no frescobol é diferente: o sonho do outro é um brinquedo que deve ser preservado, pois se sabe que, se é sonho, é coisa delicada, do coração. O bom ouvinte é aquele que, ao falar, abre espaços para que as bolhas de sabão do outro voem livres. Bola vai, bola vem - cresce o amor... Ninguém ganha para que os dois ganhem. E se deseja então que o outro viva sempre, eternamente, para que o jogo nunca tenha fim..."
E a minha batalha com os links e imagens que insistem em não aparecer continua. De onde eu estou, eles aparecem pelo menos durante o primeiro acesso, ou logo após eu acessar diretamente o endereço das imagens. Vou ter que experimentar o acesso ao meu próprio blog de algum outro lugar, para ter certeza do que está acontecendo.
Mesmo assim, espero que vocês acessem os links e curtam o que vão encontrar. O link superior leva até o site do Karate Kyokushin, e o inferior é um link para o site da TRITZO - a minha banda, para quem não conhece. O quadradinho logo abaixo do título é só uma imagem, que eu lamento muito que não esteja aparecendo.
Se alguém aí no cyberspace tiver novas sugestões para solucionar este problema, elas continuam sendo bem-vindas.
Osu !
Mesmo assim, espero que vocês acessem os links e curtam o que vão encontrar. O link superior leva até o site do Karate Kyokushin, e o inferior é um link para o site da TRITZO - a minha banda, para quem não conhece. O quadradinho logo abaixo do título é só uma imagem, que eu lamento muito que não esteja aparecendo.
Se alguém aí no cyberspace tiver novas sugestões para solucionar este problema, elas continuam sendo bem-vindas.
Osu !
segunda-feira, janeiro 26, 2004
Uma palavra batida, porém extremamente adequada para dar o tom desta nova semana: "esperança".
Pensei em sugerir-lhes que meditassem sobre essa palavra, já que meu fim-de-semana foi marcado por ela. Aqueles que, como eu, tiveram a oportunidade de ler "O Reino do Amanhã", de Alex Ross, devem se lembrar das palavras do pastor que protagoniza essa história, em que os super-heróis clássicos retornam de suas "aposentadorias" para ensinar valores aos jovens dotados de superpoderes. Me lembro da cena em que o pastor, assistindo o caos de pessoas à iminência da morte, agarra o anjo que o conduz pela história e grita que, "para sobreviver, os seres humanos necessitam de esperança". No instante seguinte, um super-homem de cabelos grisalhos, há muito tempo afastado da humanidade, entra em cena para restaurar a ordem. E trazer esperança.
Ainda sinto o nó na garganta que tomou conta de mim no momento em que li esta cena pela primeira vez. Aqueles que me conhecem melhor certamente sabem por que isso aconteceu, e entenderão a profundidade do que digo: é preciso esperança para que nossa alma respire. É preciso esperança para que haja uma luz no fim do túnel, para onde direcionaremos nossas vidas. Do contrário, sentiremos a vida como uma agonia lenta e dolorosa, rumo à morte certa. Agonia essa que, erroneamente, podemos cair na tentação de querer abreviar...
Desejo que todos vocês tenham esperança em suas vidas, e sejam motivo de esperança nas vidas de muitos outros. E recomendo também a leitura de "O Reino do Amanhã", obra-prima do mundo dos quadrinhos, que o gênio Alex Ross teve o esmero de desenhar totalmente em óleo sobre tela.
Osu !
Pensei em sugerir-lhes que meditassem sobre essa palavra, já que meu fim-de-semana foi marcado por ela. Aqueles que, como eu, tiveram a oportunidade de ler "O Reino do Amanhã", de Alex Ross, devem se lembrar das palavras do pastor que protagoniza essa história, em que os super-heróis clássicos retornam de suas "aposentadorias" para ensinar valores aos jovens dotados de superpoderes. Me lembro da cena em que o pastor, assistindo o caos de pessoas à iminência da morte, agarra o anjo que o conduz pela história e grita que, "para sobreviver, os seres humanos necessitam de esperança". No instante seguinte, um super-homem de cabelos grisalhos, há muito tempo afastado da humanidade, entra em cena para restaurar a ordem. E trazer esperança.
Ainda sinto o nó na garganta que tomou conta de mim no momento em que li esta cena pela primeira vez. Aqueles que me conhecem melhor certamente sabem por que isso aconteceu, e entenderão a profundidade do que digo: é preciso esperança para que nossa alma respire. É preciso esperança para que haja uma luz no fim do túnel, para onde direcionaremos nossas vidas. Do contrário, sentiremos a vida como uma agonia lenta e dolorosa, rumo à morte certa. Agonia essa que, erroneamente, podemos cair na tentação de querer abreviar...
Desejo que todos vocês tenham esperança em suas vidas, e sejam motivo de esperança nas vidas de muitos outros. E recomendo também a leitura de "O Reino do Amanhã", obra-prima do mundo dos quadrinhos, que o gênio Alex Ross teve o esmero de desenhar totalmente em óleo sobre tela.
Osu !
sexta-feira, janeiro 23, 2004
Como vocês já devem ter notado, o blog está ficando cada vez mais incrementado: já consegui colocar algumas imagens e links, o que demonstra que meu conhecimento em HTML está passando de "tosco" para "meramente parco". Só não sei como tirar essa terrível margem roxa do link para a academia. Se alguém souber como fazê-lo, agradeço se me ensinar.
E por falar no link, gostaria de convidar a todos a visitar o site da academia, e conhecer um pouco mais sobre nossas atividades, nossa filosofia e um pouco da história do Karate Kyokushin. Tenho certeza de que não vão se arrepender de navegar até lá.
Osu !
E por falar no link, gostaria de convidar a todos a visitar o site da academia, e conhecer um pouco mais sobre nossas atividades, nossa filosofia e um pouco da história do Karate Kyokushin. Tenho certeza de que não vão se arrepender de navegar até lá.
Osu !
quinta-feira, janeiro 22, 2004
Hoje eu vou atacar de post longo, e começo com uma pergunta : você é idiota ? Pois se não é, deveria aprender a ser. Observem a sabedoria neste texto da Ailin Aleixo, colunista da VIP :
" Gente chata essa que quer ser séria e profunda.
Putz, coisa pentelha.
A vida já é um caos, por que fazermos dela, ainda por cima, um tratado
do Schopenhauer?
Deixe a pungência para as horas em que ela é inevitável: mortes,
separações, dores.
No dia-a-dia, pelo amor de Deus, seja idiota.
Ria dos próprios defeitos, tire sarro de suas inabilidades.
Ignore o que o boçal do seu chefe proferiu.
Pense assim: quem tem que carregar aquela cara feia, todos os dias,
inseparavelmente, é ele.
Pobre dele.
Milhares de casamentos acabaram-se não pela falta de amor, dinheiro,
sexo, sincronia, mas pela ausência de idiotice.
Quem disse que é bom dividirmos a vida com alguém que tem conselho pra
tudo, soluções sensatas, objetivos claram ente traçados mas não consegue ri r
quando tropeça?
Que sabe resolver uma crise familiar mas não tem a menor idéia de como
preencher as horas livres de um fim de semana?
Sim, porque é bem comum gente que fica perdida quando se acabam os
problemas. E daí, o que elas farão se já não têm por que se desesperar?
Em
suma: desaprenderam a brincar.
Eu não quero alguém assim comigo.
A realidade já é dura; piora se for densa. Dura e densa, ruim.
Brincar é legal. Entendeu?
Esqueça o que te falaram sobre ser adulto, tudo aquilo de não brincar
com comida, não falar besteira, não ser imaturo, não se descontrolar, não
demonstrar o que sente.
É muito não.
Dá pra ser feliz com tanto não?
Pagar as contas, ser bem- sucedido, amar, ter filhos - tarefa brava.
Piora, muito, com o peso de todos aqueles nãos.
Tenha fé em uma coisa: dá certo ser adulto e idiota.
Aliás, tudo fica bem mais fácil ser for regado à idiotice, bom humor.
Manuel Bandeira foi um grande home m e um grande poeta.
Disse certa vez:
"E por que essa condenação da piada, como se a vida fosse só feita de
momentos graves ou só nesses houvesse teor poético?"
Estava certo.
Empine pipa!!!
Adultos podem (e devem) contar piadas, ir ao fliperama, beliscar a
bunda da mulher, sair pelados pela cozinha.
Ser adulto não é perder os prazeres da vida
- e esse é o único "não" aceitável.
Teste a teoria.
Uma semaninha, pra começar.
Veja e sinta as coisas como se elas fossem o que são: passageiras.
A briga, a dívida, a dor, a raiva, tudinho vai passar, então pra que
tanta gravidade?
Já fez tudo o que podia para resolver o problema?
Parou, chorou, pediu arrego?
Ótimo, hora da idiotice:
entre na Internet, jogue pebolim, coma um churrasco grego.
Tá numas de empinar pipa no sábado?
Vá.
Quer conversar com sua namorada imitando o Pato Donald mas acha muito
boçal?
E é, m as e daí?
Você realm ente acha que ela vai gostar menos de você por isso?
Ela não vai, tenha certeza.
Só vai gostar mais, porque é delicioso estarmos com quem sorri e ri de
si mesmo.
Eu fico chateado por não ser tão idiota quanto gostaria;
tenho uma mania horrível de, sem querer, recair na seriedade.
Então o mundo fica cinza
e cada lágrima ganha o peso de uma bigorna.
Nessas horas não preciso de cenhos franzidos de preocupação.
Nessas horas tudo de que preciso é uma bela, grande e impagável idiotice.
Como sair pra jogar paintball - ou, melhor ainda,
me olhar fixamente no espelho até notar como fico feio com os olhos
vermelhos e o nariz escorrendo.
Como fico ridículo quando esqueço que tudo passa.
Bom mesmo é ter o problema na cabeça, o sorriso na boca e paz no coração!!!! "
" Gente chata essa que quer ser séria e profunda.
Putz, coisa pentelha.
A vida já é um caos, por que fazermos dela, ainda por cima, um tratado
do Schopenhauer?
Deixe a pungência para as horas em que ela é inevitável: mortes,
separações, dores.
No dia-a-dia, pelo amor de Deus, seja idiota.
Ria dos próprios defeitos, tire sarro de suas inabilidades.
Ignore o que o boçal do seu chefe proferiu.
Pense assim: quem tem que carregar aquela cara feia, todos os dias,
inseparavelmente, é ele.
Pobre dele.
Milhares de casamentos acabaram-se não pela falta de amor, dinheiro,
sexo, sincronia, mas pela ausência de idiotice.
Quem disse que é bom dividirmos a vida com alguém que tem conselho pra
tudo, soluções sensatas, objetivos claram ente traçados mas não consegue ri r
quando tropeça?
Que sabe resolver uma crise familiar mas não tem a menor idéia de como
preencher as horas livres de um fim de semana?
Sim, porque é bem comum gente que fica perdida quando se acabam os
problemas. E daí, o que elas farão se já não têm por que se desesperar?
Em
suma: desaprenderam a brincar.
Eu não quero alguém assim comigo.
A realidade já é dura; piora se for densa. Dura e densa, ruim.
Brincar é legal. Entendeu?
Esqueça o que te falaram sobre ser adulto, tudo aquilo de não brincar
com comida, não falar besteira, não ser imaturo, não se descontrolar, não
demonstrar o que sente.
É muito não.
Dá pra ser feliz com tanto não?
Pagar as contas, ser bem- sucedido, amar, ter filhos - tarefa brava.
Piora, muito, com o peso de todos aqueles nãos.
Tenha fé em uma coisa: dá certo ser adulto e idiota.
Aliás, tudo fica bem mais fácil ser for regado à idiotice, bom humor.
Manuel Bandeira foi um grande home m e um grande poeta.
Disse certa vez:
"E por que essa condenação da piada, como se a vida fosse só feita de
momentos graves ou só nesses houvesse teor poético?"
Estava certo.
Empine pipa!!!
Adultos podem (e devem) contar piadas, ir ao fliperama, beliscar a
bunda da mulher, sair pelados pela cozinha.
Ser adulto não é perder os prazeres da vida
- e esse é o único "não" aceitável.
Teste a teoria.
Uma semaninha, pra começar.
Veja e sinta as coisas como se elas fossem o que são: passageiras.
A briga, a dívida, a dor, a raiva, tudinho vai passar, então pra que
tanta gravidade?
Já fez tudo o que podia para resolver o problema?
Parou, chorou, pediu arrego?
Ótimo, hora da idiotice:
entre na Internet, jogue pebolim, coma um churrasco grego.
Tá numas de empinar pipa no sábado?
Vá.
Quer conversar com sua namorada imitando o Pato Donald mas acha muito
boçal?
E é, m as e daí?
Você realm ente acha que ela vai gostar menos de você por isso?
Ela não vai, tenha certeza.
Só vai gostar mais, porque é delicioso estarmos com quem sorri e ri de
si mesmo.
Eu fico chateado por não ser tão idiota quanto gostaria;
tenho uma mania horrível de, sem querer, recair na seriedade.
Então o mundo fica cinza
e cada lágrima ganha o peso de uma bigorna.
Nessas horas não preciso de cenhos franzidos de preocupação.
Nessas horas tudo de que preciso é uma bela, grande e impagável idiotice.
Como sair pra jogar paintball - ou, melhor ainda,
me olhar fixamente no espelho até notar como fico feio com os olhos
vermelhos e o nariz escorrendo.
Como fico ridículo quando esqueço que tudo passa.
Bom mesmo é ter o problema na cabeça, o sorriso na boca e paz no coração!!!! "
terça-feira, janeiro 20, 2004
Meus dias desde o último fim-de-semana têm sido totalmente Heavy Metal, e ao contrário do que vocês possam pensar, isso não tem nada a ver com a passagem do Iron Maiden por estas bandas, no último sábado. O fato é que eu tenho virado as madrugadas em claro, acompanhando o sistema recém-implantado. De sábado para domingo, por exemplo, foram 36 horas no ar. Não o sistema, eu !!
Mais dureza ainda é pensar que, na hora de voltar para casa, não tem ninguém me esperando. Ninguém de braços abertos para me receber, dizendo que sentiu minha falta. Nada de recompensa pra quem se acabou de brigar pra ganhar a vida. Não da forma que eu gostaria. Não da forma que eu mais precisava. Queria ver o Tommy encarar a barra sem a Gina por perto, aí ele ia ver o que é "tough, so tough...".
Punk, meus caros. Totalmente punk...
Mais dureza ainda é pensar que, na hora de voltar para casa, não tem ninguém me esperando. Ninguém de braços abertos para me receber, dizendo que sentiu minha falta. Nada de recompensa pra quem se acabou de brigar pra ganhar a vida. Não da forma que eu gostaria. Não da forma que eu mais precisava. Queria ver o Tommy encarar a barra sem a Gina por perto, aí ele ia ver o que é "tough, so tough...".
Punk, meus caros. Totalmente punk...
sexta-feira, janeiro 16, 2004
Pois é, parece que aconteceu o que eu não esperava: fiquei um dia da semana sem bloggar. Infelizmente, isso pode acontecer mais vezes, quando o bicho pegar no trabalho. Foi o caso de ontem.
E esse fim-de-semana não vai ser diferente. Vamos acompanhar in-locco a implantação do sistema, de forma que posso dizer adeus às baladas que estavam programadas. Vou sentir falta das paqueras, da cerveja, dos petiscos de provolone à milanesa, das paqueras, do rock´n´roll, dos amigos, das paqueras, da galera falando bobagem sentada ao redor da mesa...
Eu já mencionei que também vou sentir falta das paqueras ?
E esse fim-de-semana não vai ser diferente. Vamos acompanhar in-locco a implantação do sistema, de forma que posso dizer adeus às baladas que estavam programadas. Vou sentir falta das paqueras, da cerveja, dos petiscos de provolone à milanesa, das paqueras, do rock´n´roll, dos amigos, das paqueras, da galera falando bobagem sentada ao redor da mesa...
Eu já mencionei que também vou sentir falta das paqueras ?
quarta-feira, janeiro 14, 2004
Recebi uma bela frase da minha chefe, ontem, da série "momento de sabedoria, agora volta ao trabalho". Vejam que bacana :
"A felicidade não é a ausência de conflito, é a habilidade de lidar com ele. Uma pessoa feliz não tem o melhor de tudo. Ela torna tudo melhor."
E atendendo a pedidos, vamos postar alguma coisa sobre Rock´N´Roll :
Minha CD-teca recebeu, recentemente, a adesão de três ilustres integrantes :
- This left feels right - Bon Jovi
- Fallen - Evanescence
- Bump Ahead - Mr. Big
Todos muito bons dentro daquilo que se propõem: o Bon e velho Jon mandou muito bem nas versões "relax for two", com destaques para "Living on a prayer" - tão excitante quanto 'Prayer 94 - e "Keep the Faith". Por outro lado, "It´s my life" parece funcionar melhor com as guitarras e punch originais. Outros comentários sobre este álbum podem ser conferidos no blog Bon e Velho Jovi, um bom ponto de encontro para os fãs desta banda;
Já a galera do Evanescence provou ser mais do que uma versão pop do Nightwish. Felizmente, os vocais rappers de "Bring me to life", ao estilo de Linkin Park, não passaram desta faixa. Destaque para as guitarras ferozes de "Tourniquet" e para a belíssima balada para piano "My Immortal";
E os veteranos do Mr. Big fazem em "Bump Ahead" o que eles sabem de melhor: um hard rock pesado, virtuoso e ainda assim "farofa", no bom sentido do termo. O álbum traz a famosa "Wild World", mas a versão da música de Cat Stevens perde o destaque para as impressionantes linhas de baixo de "Collorado Bulldog". Agora, estou atrás do álbum "Lean into it", se alguém souber onde achar, pago uma cerveja pela dica.
Osu !
"A felicidade não é a ausência de conflito, é a habilidade de lidar com ele. Uma pessoa feliz não tem o melhor de tudo. Ela torna tudo melhor."
E atendendo a pedidos, vamos postar alguma coisa sobre Rock´N´Roll :
Minha CD-teca recebeu, recentemente, a adesão de três ilustres integrantes :
- This left feels right - Bon Jovi
- Fallen - Evanescence
- Bump Ahead - Mr. Big
Todos muito bons dentro daquilo que se propõem: o Bon e velho Jon mandou muito bem nas versões "relax for two", com destaques para "Living on a prayer" - tão excitante quanto 'Prayer 94 - e "Keep the Faith". Por outro lado, "It´s my life" parece funcionar melhor com as guitarras e punch originais. Outros comentários sobre este álbum podem ser conferidos no blog Bon e Velho Jovi, um bom ponto de encontro para os fãs desta banda;
Já a galera do Evanescence provou ser mais do que uma versão pop do Nightwish. Felizmente, os vocais rappers de "Bring me to life", ao estilo de Linkin Park, não passaram desta faixa. Destaque para as guitarras ferozes de "Tourniquet" e para a belíssima balada para piano "My Immortal";
E os veteranos do Mr. Big fazem em "Bump Ahead" o que eles sabem de melhor: um hard rock pesado, virtuoso e ainda assim "farofa", no bom sentido do termo. O álbum traz a famosa "Wild World", mas a versão da música de Cat Stevens perde o destaque para as impressionantes linhas de baixo de "Collorado Bulldog". Agora, estou atrás do álbum "Lean into it", se alguém souber onde achar, pago uma cerveja pela dica.
Osu !
terça-feira, janeiro 13, 2004
Hoje, eu gostaria de pedir desculpas pelo tom depressivo no post de ontem. Minha intenção ao iniciar este blog foi de compartilhar coisas boas, no mínimo construtivas, com as pessoas que o visitassem. Infelizmente, nem todos os dias são ensolarados no caminho que leva à vitória, e muitas vezes a dor é maior do que a dimensão de nossas almas, e mais forte do que nossa capacidade de contê-la apenas dentro de nós.
Sei que vocês não têm nada a ver com esses problemas, mas este talvez seja um bom tema sobre o qual meditar: nossos maiores inimigos sempre serão aqueles que estão dentro de nós - nossos medos, nossas fraquezas, nossas limitações. Não adianta condicionar o corpo se o espírito não for igualmente fortalecido. Vencer um oponente pode ser bom, mas vencer a si próprio é a mais difícil e mais importante de todas as vitórias.
Pensem sobre o assunto.
Osu !
Sei que vocês não têm nada a ver com esses problemas, mas este talvez seja um bom tema sobre o qual meditar: nossos maiores inimigos sempre serão aqueles que estão dentro de nós - nossos medos, nossas fraquezas, nossas limitações. Não adianta condicionar o corpo se o espírito não for igualmente fortalecido. Vencer um oponente pode ser bom, mas vencer a si próprio é a mais difícil e mais importante de todas as vitórias.
Pensem sobre o assunto.
Osu !
segunda-feira, janeiro 12, 2004
Alguma vez, durante a batalha da vida, vocês já sentiram vontade de trocar o frio da lâmina da espada por um pouco de calor humano, verdadeiro e duradouro ?
Há vinte e sete anos que esta dádiva não me é concedida, por mais que eu a busque.
O maior paradoxo desta busca é que, a chave que pode solucionar este problema também pode torná-lo ainda mais grave e letal: conquistá-la significa por um fim à guerra; perdê-la, por outro lado, pode significar o fim de toda esperança. É como a rosa que, quanto mais você tenta sentir o perfume, mais se arrisca a ver os dedos cortados pelos espinhos.
Ultimamente, meus olhos têm visto o paraíso, meus amigos, bem ali ao alcance dos meus dedos. Se eu não vier a alcançá-lo, não sei se saberei voltar à minha vida terrena.
Saber superar as perdas, caso elas aconteçam, é premissa para ser um samurai. Mas se alguém souber identificar o tênue limite entre ser forte e ser frio, agradeço se compartilhar este conhecimento comigo.
Osu !
Há vinte e sete anos que esta dádiva não me é concedida, por mais que eu a busque.
O maior paradoxo desta busca é que, a chave que pode solucionar este problema também pode torná-lo ainda mais grave e letal: conquistá-la significa por um fim à guerra; perdê-la, por outro lado, pode significar o fim de toda esperança. É como a rosa que, quanto mais você tenta sentir o perfume, mais se arrisca a ver os dedos cortados pelos espinhos.
Ultimamente, meus olhos têm visto o paraíso, meus amigos, bem ali ao alcance dos meus dedos. Se eu não vier a alcançá-lo, não sei se saberei voltar à minha vida terrena.
Saber superar as perdas, caso elas aconteçam, é premissa para ser um samurai. Mas se alguém souber identificar o tênue limite entre ser forte e ser frio, agradeço se compartilhar este conhecimento comigo.
Osu !
sexta-feira, janeiro 09, 2004
Novidades no blog: o serviço de comments já está disponível, e pronto para receber os seus comentários. Imagens, links e outras coisas bacanas virão em breve.
Mudando de assunto, nem parece que há três semanas atrás eu estava em um hospital, com suspeita de ter quebrado uma costela lutando. Estou retomando o ritmo nos treinos de Karate antes do que eu imaginava ser possível, tamanha tem sido a vontade de treinar.
Isso me lembra quando nós éramos pequenos e ficávamos gripados ou com febre. Se isso acontecesse uma noite antes de ir ao Playcenter, sarávamos rapidinho até a manhã seguinte, de tanta vontade de andar de montanha-russa; por outro lado, se isso acontecesse no domingo à noite, sabendo que tínhamos aula no dia seguinte, a doença demoraaaaaava para passar...
É uma coisa muito legal que aprendemos com o Karate: nossa força de vontade, aliada ao poder de auto-indução das nossas mentes, nos torna capazes de feitos que nos surpreendem. No caso da doença, o exemplo é evidente: acreditar-se são e forte acelera nossa recuperação; enxergar-se como um enfermo, tendo pena de si mesmo, só nos afunda ainda mais.
Osu !
Mudando de assunto, nem parece que há três semanas atrás eu estava em um hospital, com suspeita de ter quebrado uma costela lutando. Estou retomando o ritmo nos treinos de Karate antes do que eu imaginava ser possível, tamanha tem sido a vontade de treinar.
Isso me lembra quando nós éramos pequenos e ficávamos gripados ou com febre. Se isso acontecesse uma noite antes de ir ao Playcenter, sarávamos rapidinho até a manhã seguinte, de tanta vontade de andar de montanha-russa; por outro lado, se isso acontecesse no domingo à noite, sabendo que tínhamos aula no dia seguinte, a doença demoraaaaaava para passar...
É uma coisa muito legal que aprendemos com o Karate: nossa força de vontade, aliada ao poder de auto-indução das nossas mentes, nos torna capazes de feitos que nos surpreendem. No caso da doença, o exemplo é evidente: acreditar-se são e forte acelera nossa recuperação; enxergar-se como um enfermo, tendo pena de si mesmo, só nos afunda ainda mais.
Osu !
quinta-feira, janeiro 08, 2004
Salve, salve, meus caros amigos ! Sejam bem-vindos a este meu recém-aberto blog !
Estou abrindo este espaço para compartilhar, com vocês, minhas experiências mais valiosas, desde as lições de vida das artes marciais até os comentários mais recentes do mundo do rock´n´roll. Espero que todos gostem !!
Estou abrindo este espaço para compartilhar, com vocês, minhas experiências mais valiosas, desde as lições de vida das artes marciais até os comentários mais recentes do mundo do rock´n´roll. Espero que todos gostem !!
