terça-feira, junho 29, 2004
Ah, mas faça-me o favor: com tanta gente precisando ser socorrida nesse país, olha só quem o seu presidente está preocupado em salvar !!
Eu aqui ralando, na esperança de contribuir para a economia desse país girar, e o homem escancara que entende mais de futebol do que de administrar o país. Como diria Boris Casoy, "uma vergonha..."
Eu aqui ralando, na esperança de contribuir para a economia desse país girar, e o homem escancara que entende mais de futebol do que de administrar o país. Como diria Boris Casoy, "uma vergonha..."
Tem blog novo no ar, moçada. Fico feliz de ver que o meu amigo Marcel esteja seguindo em frente. Bem-vindo à comunidade, velhinho ! Recomendo a todos uma visitinha, o blog dele tá ficando bem legal.
A semana que passou tomou demais o meu tempo. Tanto que eu mal postei comentários por aqui. Mas os meus treinamentos foram os mais prejudicados: uma semana sem lutar. Pode parecer banal, mas com o próximo exame previsto para agosto, o tempo urge para quem quer fazer bonito na hora de conquistar a faixa marrom.
Em todo caso, foi bom retornar ao Dojo ontem e ficar sabendo das novidades. Há duas semanas atrás, aconteceu o último campeonato panamericano de Karate Kyokushin, em Nova Yorque. Dentre os oito primeiros colocados, cinco eram brasileiros. E adivinhem de qual Dojo vieram o campeão e o vice-campeão ? Me senti honrado pelo privilégio de ser do Dojo Liberdade, e por poder treinar com o sensei Everton Teixeira, Tetracampeão Panamericano por suas vitórias consecutivas nos quatro últimos anos. Pena que eu não pude cumprimentar também o sensei Eduardo Tanaka, o vice: agora, ele está morando em NY.
É por isso que eu digo: temos muito mais motivos para nos orgulharmos de sermos brasileiros do que apenas (pfff...) futebol.
Em todo caso, foi bom retornar ao Dojo ontem e ficar sabendo das novidades. Há duas semanas atrás, aconteceu o último campeonato panamericano de Karate Kyokushin, em Nova Yorque. Dentre os oito primeiros colocados, cinco eram brasileiros. E adivinhem de qual Dojo vieram o campeão e o vice-campeão ? Me senti honrado pelo privilégio de ser do Dojo Liberdade, e por poder treinar com o sensei Everton Teixeira, Tetracampeão Panamericano por suas vitórias consecutivas nos quatro últimos anos. Pena que eu não pude cumprimentar também o sensei Eduardo Tanaka, o vice: agora, ele está morando em NY.
É por isso que eu digo: temos muito mais motivos para nos orgulharmos de sermos brasileiros do que apenas (pfff...) futebol.
quarta-feira, junho 23, 2004
Deixa eu divulgar uma coisa, antes que eu esqueça:
Dia 03/07 (sábado), eu vou me apresentar no Ilha de Capri assumindo os vocais da banda The Jokers. Acredito que seja uma boa oportunidade para reunir a galera e tornar reais os amigos virtuais. Portanto, espero a presença de todos por lá !
Dia 03/07 (sábado), eu vou me apresentar no Ilha de Capri assumindo os vocais da banda The Jokers. Acredito que seja uma boa oportunidade para reunir a galera e tornar reais os amigos virtuais. Portanto, espero a presença de todos por lá !
segunda-feira, junho 21, 2004
Não faz muitos dias que eu mencionei que o tempo transformou - e muito - os meus relacionamentos. A cada nova balada, uma nova pessoa passa pela minha vida, e assim eu tenho seguido sem me apegar a ninguém em especial. Tenho vivido como o cavalo selvagem que não se deixa laçar por promessas de amor eterno, arredio por não se permitir ser domado ou ter uma dona, surdo a todas as críticas dos que me acusam de ser paquerador e sem sentimentos.
Mas um dia em minha vida, eu amei alguém...
Se ainda estivesse viva, ontem ela teria completado vinte e um anos. Talvez ela se torne eternamente conhecida em minha história como "O grande amor da minha vida", principalmente agora que quem poderia ter assumido este posto preferiu renunciar a ele. Eu me lembrarei eternamente dela como a dona do único olhar que conseguiu me domar completamente. E cada vez que eu amarrar minha faixa à cintura eu me lembrarei dela, já que a dor da sua perda foi um dos principais motivos para eu me agarrar tão firmemente ao Bushido. O Caminho do Guerreiro se mostrou como o único instrumento capaz de me dar forças para lutar, eternamente, contra o monstro que ruge em meu peito: o vazio deixado por sua partida.
Ainda hoje, há muitas noites em que eu acordo ouvindo sua voz me chamar. E quando abro os olhos, vejo seu fantasma em meio à escuridão do quarto. Ela olha para mim mas não diz nada, apenas sorri como sempre fazia quando estava ao meu lado, e eu a reconheço pela ternura inconfundível do seu olhar. Mas quando eu estendo minha mão para tocá-la, infelizmente ela desaparece.
Eu adoraria poder lhe dizer "Feliz Aniversário". Mas até hoje, ainda não aprendi a lhe dizer adeus...
Mas um dia em minha vida, eu amei alguém...
Se ainda estivesse viva, ontem ela teria completado vinte e um anos. Talvez ela se torne eternamente conhecida em minha história como "O grande amor da minha vida", principalmente agora que quem poderia ter assumido este posto preferiu renunciar a ele. Eu me lembrarei eternamente dela como a dona do único olhar que conseguiu me domar completamente. E cada vez que eu amarrar minha faixa à cintura eu me lembrarei dela, já que a dor da sua perda foi um dos principais motivos para eu me agarrar tão firmemente ao Bushido. O Caminho do Guerreiro se mostrou como o único instrumento capaz de me dar forças para lutar, eternamente, contra o monstro que ruge em meu peito: o vazio deixado por sua partida.
Ainda hoje, há muitas noites em que eu acordo ouvindo sua voz me chamar. E quando abro os olhos, vejo seu fantasma em meio à escuridão do quarto. Ela olha para mim mas não diz nada, apenas sorri como sempre fazia quando estava ao meu lado, e eu a reconheço pela ternura inconfundível do seu olhar. Mas quando eu estendo minha mão para tocá-la, infelizmente ela desaparece.
Eu adoraria poder lhe dizer "Feliz Aniversário". Mas até hoje, ainda não aprendi a lhe dizer adeus...
quinta-feira, junho 17, 2004
Um dia imperfeito
Preciso registrar para a posteridade pelo menos este começo de dia, antes que digam que sou eu que estou pirando:
Meu dia começa com a minha mãe me aporrinhando, querendo que eu saísse mais cedo porque ela precisava de uma carona. Debaixo de muita encheção de saco, pulo mais cedo da cama e me arrumo, mas na hora de sair de casa, onde ela está ? Pelo jeito decidiu de última hora ir à pé, e não teve sequer a consideração de me avisar.
Quando chego na garagem de casa, percebo que o carro do meu irmão está parado atrás do meu. Como o digníssimo ainda estava dormindo, fui obrigado eu mesmo a manobrar os carros. Quando finalmente tranco o portão de casa e entro no meu carro, percebo que a droga do cadeado manchou de graxa a minha calça clara.
No caminho para o metrô, além de muita gente que não faz a menor questão de pisar no acelerador, ainda pego uma rua com dois caminhões manobrando ao mesmo tempo, naquela lerdeeeeeeza... como já estou atrasado, enfio a mão na buzina e decido só tirá-la quando aqueles dois manés tirarem seus trambolhos do caminho.
Na entrada do estacionamento, onde nunca existe uma viva alma, desta vez havia cinco carros formando fila para entrar. E seus respectivos condutores ainda demonstram que precisariam de um manual de instruções, detalhado com figuras e legendas, só para operar a maldita máquina de tickets. Na estreita escada de acesso à estação do metrô, muita gente no contra-fluxo, e apenas uma pessoa na minha frente: um velhinho subindo um degrau de cada vez.
Saldo final dessa palhaçada: levantei mais cedo, cheguei no trabalho mais tarde, e agora o gerente está numa reunião esperando uma informação minha, e a maldita rede está fora do ar !
Se cruzarem comigo e perceberem que eu estou puto, pelamordedeus tenham o bom-senso de não dizer que sou eu quem faz uma tempestade num copo d´água.
Preciso registrar para a posteridade pelo menos este começo de dia, antes que digam que sou eu que estou pirando:
Meu dia começa com a minha mãe me aporrinhando, querendo que eu saísse mais cedo porque ela precisava de uma carona. Debaixo de muita encheção de saco, pulo mais cedo da cama e me arrumo, mas na hora de sair de casa, onde ela está ? Pelo jeito decidiu de última hora ir à pé, e não teve sequer a consideração de me avisar.
Quando chego na garagem de casa, percebo que o carro do meu irmão está parado atrás do meu. Como o digníssimo ainda estava dormindo, fui obrigado eu mesmo a manobrar os carros. Quando finalmente tranco o portão de casa e entro no meu carro, percebo que a droga do cadeado manchou de graxa a minha calça clara.
No caminho para o metrô, além de muita gente que não faz a menor questão de pisar no acelerador, ainda pego uma rua com dois caminhões manobrando ao mesmo tempo, naquela lerdeeeeeeza... como já estou atrasado, enfio a mão na buzina e decido só tirá-la quando aqueles dois manés tirarem seus trambolhos do caminho.
Na entrada do estacionamento, onde nunca existe uma viva alma, desta vez havia cinco carros formando fila para entrar. E seus respectivos condutores ainda demonstram que precisariam de um manual de instruções, detalhado com figuras e legendas, só para operar a maldita máquina de tickets. Na estreita escada de acesso à estação do metrô, muita gente no contra-fluxo, e apenas uma pessoa na minha frente: um velhinho subindo um degrau de cada vez.
Saldo final dessa palhaçada: levantei mais cedo, cheguei no trabalho mais tarde, e agora o gerente está numa reunião esperando uma informação minha, e a maldita rede está fora do ar !
Se cruzarem comigo e perceberem que eu estou puto, pelamordedeus tenham o bom-senso de não dizer que sou eu quem faz uma tempestade num copo d´água.
segunda-feira, junho 14, 2004
Samurai: na tradução literal do idioma japonês, "aquele que serve". Em termos gerais, podemos dizer que Samurai é todo aquele que, mesmo nos dias de hoje, vive conforme o Bushido, o código de honra dos guerreiros do Japão feudal.
Muito poderia ser dito a respeito do Bushido, mas olha só que interessante esse breve texto que eu tomei a liberdade de pegar no site do Instituto Niten, a escola responsável pelo ensino de Kenjutsu (esgrima samuraica) no Brasil:
" O Bushido surgiu e foi consolidado juntamente com a história dos samurais, durante os períodos Heian a Tokugawa. As virtudes do Bushido, Justiça (GI), Coragem (YUU), Benevolência (Jin), Educação (Rei), Sinceridade (Makoto), Honra (Meiyo) e Lealdade (Chuugi) tiveram sua origem em três correntes principais, o Budismo, o Shintoismo e o Confucionismo.
Do Budismo, o Bushido herdou o desapego pela vida e a coragem ao encarar a morte. A relação com a sociedade e a importância do nome da família vem do Confucionismo. Do Shintoismo, o Bushido pegou a lealdade, tão importante para o samurai.
Para o Samurai, era preferível a morte à desonra. A desonra fica, manchando toda a família. Esta era uma vergonha que nenhum samurai conseguia suportar.
Uma das obras mais importantes sobre o Bushido é o Hagakure, ou "Folhas Ocultas", escrito por Yamamoto Tsunemori, um samurai da província de Saga, no Século XVII. A aceitação resoluta da morte fica clara no trecho que diz "O Bushido implica em escolher sempre a morte quando houver a possibilidade de escolha entre viver e morrer".
Miyamoto Musashi, o maior samurai de todos os tempos, escreveu em sua obra, o Go Rin No Sho: " O Caminho do Guerreiro é a aceitação resoluta da morte".
Mais importante que estudar, ler, ou ver filmes sobre o Bushido é vivenciá-lo em seu dia-a-dia. Só assim será possível entender a essência do Caminho do Guerreiro."
Essa vivência do Bushido pode ser experimentada ao se praticar qualquer arte marcial séria, que baseie seus treinamentos na filosofia do Caminho do Guerreiro, como é o caso do Karate Kyokushin (minha escola marcial), ou do próprio Kenjutsu.
Muito poderia ser dito a respeito do Bushido, mas olha só que interessante esse breve texto que eu tomei a liberdade de pegar no site do Instituto Niten, a escola responsável pelo ensino de Kenjutsu (esgrima samuraica) no Brasil:
" O Bushido surgiu e foi consolidado juntamente com a história dos samurais, durante os períodos Heian a Tokugawa. As virtudes do Bushido, Justiça (GI), Coragem (YUU), Benevolência (Jin), Educação (Rei), Sinceridade (Makoto), Honra (Meiyo) e Lealdade (Chuugi) tiveram sua origem em três correntes principais, o Budismo, o Shintoismo e o Confucionismo.
Do Budismo, o Bushido herdou o desapego pela vida e a coragem ao encarar a morte. A relação com a sociedade e a importância do nome da família vem do Confucionismo. Do Shintoismo, o Bushido pegou a lealdade, tão importante para o samurai.
Para o Samurai, era preferível a morte à desonra. A desonra fica, manchando toda a família. Esta era uma vergonha que nenhum samurai conseguia suportar.
Uma das obras mais importantes sobre o Bushido é o Hagakure, ou "Folhas Ocultas", escrito por Yamamoto Tsunemori, um samurai da província de Saga, no Século XVII. A aceitação resoluta da morte fica clara no trecho que diz "O Bushido implica em escolher sempre a morte quando houver a possibilidade de escolha entre viver e morrer".
Miyamoto Musashi, o maior samurai de todos os tempos, escreveu em sua obra, o Go Rin No Sho: " O Caminho do Guerreiro é a aceitação resoluta da morte".
Mais importante que estudar, ler, ou ver filmes sobre o Bushido é vivenciá-lo em seu dia-a-dia. Só assim será possível entender a essência do Caminho do Guerreiro."
Essa vivência do Bushido pode ser experimentada ao se praticar qualquer arte marcial séria, que baseie seus treinamentos na filosofia do Caminho do Guerreiro, como é o caso do Karate Kyokushin (minha escola marcial), ou do próprio Kenjutsu.
sexta-feira, junho 11, 2004
Ando parecendo marido traído, ultimamente: tenho sido sempre o último a saber. Primeiro, foi com o Ronald Reagan. Agora, acabei de ficar sabendo desta notícia: perdemos Ray Charles, simplesmente a pura personificação da soul music.
Me lembro dos primeiros contatos que tive com a obra deste homem. Eu tinha em torno de sete anos, estava começando a ter minhas primeiras aulas de piano, e minha mãe havia comprado uma coletânea em vinil com seus grandes sucessos. Ouvimos este disco juntos muitas, muitas vezes. E recentemente, eu comprei uma coletânea do Michael Bolton com uma versão de "Georgia on my mind". Sublime.
Agora, Ray Charles junta-se a tantos outros mestres da música (entre eles meu querido tio, o Maestro Odilon), e deixa para nós que ficamos o vazio de uma perda que não pode ser substituída. Quanto a mim, gostaria de declarar-me oficialmente em luto. Tanto como músico como samurai, faço silêncio em respeito à perda de um mestre.
Rest in peace, Brother Ray...
Me lembro dos primeiros contatos que tive com a obra deste homem. Eu tinha em torno de sete anos, estava começando a ter minhas primeiras aulas de piano, e minha mãe havia comprado uma coletânea em vinil com seus grandes sucessos. Ouvimos este disco juntos muitas, muitas vezes. E recentemente, eu comprei uma coletânea do Michael Bolton com uma versão de "Georgia on my mind". Sublime.
Agora, Ray Charles junta-se a tantos outros mestres da música (entre eles meu querido tio, o Maestro Odilon), e deixa para nós que ficamos o vazio de uma perda que não pode ser substituída. Quanto a mim, gostaria de declarar-me oficialmente em luto. Tanto como músico como samurai, faço silêncio em respeito à perda de um mestre.
Rest in peace, Brother Ray...
Ontem, eu e a galera do Madeleine (matei sua curiosidade, Pam ?) nos reunimos na casa do nosso guitarrista, Denis Barlatti, para repassar as nossas músicas que serão gravadas em breve. Além disso, conhecemos o Home Studio que o Denis está montando, e as versões de violão e voz que ele fez para músicas como "O Vento", do Jota Quest, "All along the watchtower", do Jimi Hendrix, e "Knocking at your back door", do Deep Purple. Ninguém diria que aquelas gravações foram feitas num quarto, e não num estúdio.
Em breve, com mais alguns pequenos incrementos, pretendemos gravar mais versões acústicas, desta vez com a banda toda. No repertório, algumas das músicas que tocamos ontem com bons resultados, como "Beautiful", do Marillion, "Someday", do Nickelback, "Stay", do U2, e uma versão para "Miracle", do Jon Bon Jovi, que ficou melhor do que esperávamos.
Espero, em breve, poder compartilhar os frutos de mais este trabalho com todos vocês.
Em breve, com mais alguns pequenos incrementos, pretendemos gravar mais versões acústicas, desta vez com a banda toda. No repertório, algumas das músicas que tocamos ontem com bons resultados, como "Beautiful", do Marillion, "Someday", do Nickelback, "Stay", do U2, e uma versão para "Miracle", do Jon Bon Jovi, que ficou melhor do que esperávamos.
Espero, em breve, poder compartilhar os frutos de mais este trabalho com todos vocês.
terça-feira, junho 08, 2004
Incrível como existem pessoas frustradas no mundo...
Pessoas frustradas por não terem uma vida própria: seus próprios problemas, suas próprias alegrias, suas próprias crenças, suas próprias convicções, seus próprios valores, sua própria vida sexual, seu próprio ponto de vista. De tão frustradas por não terem nada em suas vidas que ocupe suas cabeças, desperdiçam seu tempo colocando defeitos na vida dos outros. Um comportamento típico daquelas pessoas invejosas, que lançam seus olhos gordos sobre aqueles que têm o que eles gostariam de ter;
Pessoas frustradas por não terem personalidade ou colhões para dizer aos outros, cara a cara e olhando nos olhos, o que realmente pensam. Triste pensar no quanto essas pessoas dependem do anonimato que a Internet lhes proporciona; só assim, escondidos em apelidos que representam algo que eles não são (como "massacrator" ou outras baboseiras), conseguem descarregar sua frustração de serem oprimidos pelo chefe exigente ou pelo valentão da escola. Se fossem chamados para dizer pessoalmente o que escrevem na Internet, afinariam com certeza;
E o que é pior, quando forem escrever algo em resposta, com certeza vão falar muito e ofender mais ainda, mas não vão dizer nada que acrescente ou que se aproveite. E com isso, assinar pra todo mundo ver seus atestados de imaturidade e ignorância.
Vocês realmente acreditam que eu vá mudar uma vírgula neste blog porque vocês não gostaram dele ? Pobres coitados ! Diferente de vocês, eu já defini minha personalidade, o que significa que não vou mudá-la para agradar ninguém. Nem tampouco preciso que vocês acreditem ou deixem de acreditar no que eu escrevo - não tenho nenhuma necessidade de auto-afirmação.
Mais do que qualquer coisa, são dignos de pena ou piedade. Em termos samuraicos, não valem um desembainhar de espada.
"Se eu for ligar pro que é que vão falar, não faço nada"
Capital Inicial - O Mundo
Pessoas frustradas por não terem uma vida própria: seus próprios problemas, suas próprias alegrias, suas próprias crenças, suas próprias convicções, seus próprios valores, sua própria vida sexual, seu próprio ponto de vista. De tão frustradas por não terem nada em suas vidas que ocupe suas cabeças, desperdiçam seu tempo colocando defeitos na vida dos outros. Um comportamento típico daquelas pessoas invejosas, que lançam seus olhos gordos sobre aqueles que têm o que eles gostariam de ter;
Pessoas frustradas por não terem personalidade ou colhões para dizer aos outros, cara a cara e olhando nos olhos, o que realmente pensam. Triste pensar no quanto essas pessoas dependem do anonimato que a Internet lhes proporciona; só assim, escondidos em apelidos que representam algo que eles não são (como "massacrator" ou outras baboseiras), conseguem descarregar sua frustração de serem oprimidos pelo chefe exigente ou pelo valentão da escola. Se fossem chamados para dizer pessoalmente o que escrevem na Internet, afinariam com certeza;
E o que é pior, quando forem escrever algo em resposta, com certeza vão falar muito e ofender mais ainda, mas não vão dizer nada que acrescente ou que se aproveite. E com isso, assinar pra todo mundo ver seus atestados de imaturidade e ignorância.
Vocês realmente acreditam que eu vá mudar uma vírgula neste blog porque vocês não gostaram dele ? Pobres coitados ! Diferente de vocês, eu já defini minha personalidade, o que significa que não vou mudá-la para agradar ninguém. Nem tampouco preciso que vocês acreditem ou deixem de acreditar no que eu escrevo - não tenho nenhuma necessidade de auto-afirmação.
Mais do que qualquer coisa, são dignos de pena ou piedade. Em termos samuraicos, não valem um desembainhar de espada.
"Se eu for ligar pro que é que vão falar, não faço nada"
Capital Inicial - O Mundo
segunda-feira, junho 07, 2004
Uma coisa muito bacana aconteceu ontem: pela primeira vez, eu e meus companheiros de banda ensaiamos as quatro músicas que farão parte da nossa primeira demo de materiais próprios. Os resultados foram bastante promissores e, se tudo continuar neste ritmo, estaremos com o nosso CD em mãos dentro de poucas semanas.
O novo nome da banda ? Ah, sim, ele já foi definido, mas não sei se já é hora de divulgá-lo...
O novo nome da banda ? Ah, sim, ele já foi definido, mas não sei se já é hora de divulgá-lo...
quarta-feira, junho 02, 2004
Cena clássica de filmes de ação: de um lado o herói, o mocinho, nobre defensor dos frascos e comprimidos. Do outro lado o vilão, o cara medonho, que pode ser um monstro alienígena ou uma máquina assassina vinda do futuro. Depois de lutarem ferrenhamente pelo amor da mocinha ou pelo domínio do universo, o vilão finalmente tomba, e o ensanguentado herói sai de cena ofegante, rastejando, visivelmente necessitado de urgentes cuidados médicos. De repente (sabe Deus por quê), o monstro se reergue às costas do herói, que vai buscar forças no mais longínquo além para lutar por mais um minuto, para aí sim derrotar o vilão de vez.
Cena de ontem à noite na vida real: após voltar para casa dormindo no metrô, eu junto minhas últimas forças para tomar um banho quente e me deitar cedo pelo menos uma vez na vida. Totalmente dopado de sono, eu já estava levantando os cobertores quando o telefone toca. Ligação do banco, problemas no sistema. O rádio-relógio marca mais de meia-noite. Após xingar a mãe de alguém, me visto novamente, pego o carro e volto para o trabalho. Às três da manhã, consigo resolver o problema e voltar para casa. Já eram quase quatro quando eu finalmente me deitei.
Me lembro de um dia na academia, em que o Sensei pediu 100 chutes extras no final do treino, pegando todo mundo desprevenido. Foi a nossa lição para quando gastarmos nossas últimas forças no último round de uma luta, e os juízes derem hikiwaki (empate), nos obrigando a lutar um inesperado round extra. Ou para quando você tiver que voltar ao trabalho quando já contava com a cama quentinha e o travesseiro macio. Estar sempre pronto para o inesperado, esta é a lição.
Moral da história: para ser analista de sistemas, não precisa ter formação em artes marciais - mas ajuda.
Cena de ontem à noite na vida real: após voltar para casa dormindo no metrô, eu junto minhas últimas forças para tomar um banho quente e me deitar cedo pelo menos uma vez na vida. Totalmente dopado de sono, eu já estava levantando os cobertores quando o telefone toca. Ligação do banco, problemas no sistema. O rádio-relógio marca mais de meia-noite. Após xingar a mãe de alguém, me visto novamente, pego o carro e volto para o trabalho. Às três da manhã, consigo resolver o problema e voltar para casa. Já eram quase quatro quando eu finalmente me deitei.
Me lembro de um dia na academia, em que o Sensei pediu 100 chutes extras no final do treino, pegando todo mundo desprevenido. Foi a nossa lição para quando gastarmos nossas últimas forças no último round de uma luta, e os juízes derem hikiwaki (empate), nos obrigando a lutar um inesperado round extra. Ou para quando você tiver que voltar ao trabalho quando já contava com a cama quentinha e o travesseiro macio. Estar sempre pronto para o inesperado, esta é a lição.
Moral da história: para ser analista de sistemas, não precisa ter formação em artes marciais - mas ajuda.
